quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Brasil anuncia teste da vacina contra zika em humanos

Depois de resultados promissores em ratinhos e primatas, o Instituto Evandro Chagas, sediado no Pará, anuncia que vai começar testes da vacina contra zika em seres humanos.
A informação foi divulgada na XIX Jornada Nacional de Imunizações, da Sociedade Brasileira de Imunizações, em São Paulo, na semana passada.
O Instituto Evandro Chagas está desenvolvendo a vacina em parceria com a Universidade do Texas e com apoio da Organização Mundial de Saúde e do Ministério da Saúde no Brasil.

“As iniciativas com a vacina de zika estão andando mais rápido porque não foram identificados outros sorotipos do vírus, como é na dengue. Com isso, a complexidade é menor”, disse ao G1 Consuelo Oliveira, pesquisadora clínica do Instituto Evandro Chagas.
Os resultados em camundongos já foram publicados em julho na revista científica “Cell Reports”.
Já os resultados em primatas também foram promissores, mas ainda não foram publicados em revista científica e, por esse motivo, não estão sendo divulgados.
Consuelo garante, no entanto, que os resultados foram positivos em ambos os testes.
Os testes
No estudo em camundongos, 46 cobaias foram testadas. Metade recebeu o imunizante e o restante recebeu uma “vacina falsa”.
Nessa primeira fase do estudo, camundongos que receberam o imunizante apresentaram anticorpos contra o vírus zika.
Já na segunda fase do estudo, após o acasalamento das fêmeas, pesquisadores observaram que o vírus da zika sequer chegou até a placenta – o que trouxe a expectativa de que a vacina pode proteger o grupo mais vulnerável ao vírus: as mulheres em idade fértil, exatamente o grupo definido pela OMS como prioritário para receber a vacina.
“O que foi interessante é que, nas cobaias não vacinadas, vimos que o vírus fez o mesmo percurso observado em humanos. A placenta com déficit de nutrição, os bebês nascendo pequenos, as malformações…”, explica Consuelo.
Pesquisas no mundo
Ao todo, há 41 iniciativas no mundo em busca da vacina, diz Consuelo.
São várias as estratégias: há testes com vírus enfraquecido, com o vírus inativado (ou seja, morto) e com a vacina de DNA — quando apenas o material genético é introduzido no imunizante.
O Instituto Butantan, que fica no bairro do Butantã, em São Paulo, também faz análises preliminares com uma vacina pentavalente — que deverá ser usada contra todos os sorotipos da dengue e também contra o vírus zika.
Em humanos
Durante este ano o Instituto Evandro Chagas está desenhando como será o teste em humanos, marcado para começar em 2018.
Com informações do G1

terça-feira, 18 de julho de 2017

Doar nos deixa mais felizes, comprova estudo

A sensação de satisfação ao fazer o bem é indescritível e a ciência conseguiu provar isso.
Um estudo feito na Suíça, publicado nesta semana, demonstrou o que já era lógico pra muitos: doar nos deixa mais felizes.

Exames de ressonância magnética revelaram que uma área do cérebro ligada à generosidade desencadeou uma resposta em outra parte da cabeça relacionada à felicidade.
“Nosso estudo fornece evidências comportamentais e neurais que apoiam a ligação entre generosidade e felicidade”, disse a equipe de um laboratório de Zurique à revista científica Nature Communications.
Os pesquisadores examinaram a atividade em três áreas do cérebro – uma ligada ao altruísmo e ao comportamento social, uma segunda à felicidade e uma terceira área envolvida na tomada de decisões.
A pesquisa
A pesquisa foi feita com 50 pessoas que relataram seus próprios níveis de felicidade após atos de generosidade e indicaram que doar era uma experiência de bem-estar.
No estudo foi informado aos participantes que cada um deles teria à disposição, um valor de 25 francos suíços, cerca de 85 reais por semana durante quatro semanas.
Metade dos participantes foi convidada a se comprometer a gastar o dinheiro com outras pessoas, enquanto o resto poderia planejar como gastaria o dinheiro com eles próprios.
Nenhum dinheiro foi realmente recebido ou gasto por nenhum dos dois grupos.
Depois de se comprometerem com os gastos, os participantes responderam às perguntas enquanto seus cérebros estavam sendo examinados.
As perguntas revelaram cenários que opunham os próprios interesses dos participantes contra os interesses dos beneficiários da sua generosidade experimental.
Conclusão
A equipe descobriu que o grupo que se comprometeu a doar o dinheiro relatou estar mais feliz do que os que iam gastar a quantia com eles próprios.
As descobertas têm implicações para a educação, política, economia e saúde pública, segundo os pesquisadores.
“A generosidade e a felicidade melhoram o bem-estar individual e podem facilitar o sucesso social”, concluíram.
Com informações do Bol.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Comprovado: comprimido de magnésio combate depressão

Ótima notícia para quem tem depressão e ansiedade: comprimidos de magnésio podem banir a doença.
Eles melhoram significativamente a depressão em apenas duas semanas, revela uma nova pesquisa feita na Universidade de Vermont, nos EUA.
De acordo com o estudo, ao contrário dos antidepressivos, uma dose diária do mineral melhora a saúde mental sem causar efeitos colaterais.
O motivo é simples: o magnésio combate a inflamação que está ligada à condição de saúde mental.
“Os resultados são muito encorajadores, dada a grande necessidade de opções de tratamento adicionais para a depressão. A nossa descoberta mostra que suplementação de magnésio fornece uma abordagem segura, rápida e barata para controlar os sintomas depressivos”.
Palavras da autora do estudo, Emily Tarleton, da Universidade de Vermont.

O Estudo
Pesquisadores da Universidade de Vermont analisaram o caso de 126 adultos com idade média de 52 e depressão leve a moderada.
Alguns dos participantes receberam 248 mg de magnésio todos os dias durante seis semanas.
Isso geralmente é considerado uma dose baixa.
Todos os sintomas dos participantes foram avaliados duas vezes por semana por meio de telefonemas.
Resultados
Os resultados, publicados na revista PLOS ONE, revelam que tomar um comprimido diário de magnésio melhorou significativamente os sintomas de depressão e ansiedade dos participantes em apenas duas semanas.
A melhora dos sintomas ocorreu independentemente da idade, sexo ou uso de antidepressivos.
Os comprimidos foram bem tolerados sem efeitos colaterais.

Os antidepressivos freqüentemente causam náuseas, ganho de peso e insônia.
Com informações do Daily Mail.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Pela 1ª vez HIV é eliminado do corpo de animais

Cientistas americanos estão a um passo de descobrir a cura da Aids. Pela primeira vez eles conseguiram eliminar o vírus HIV em animais vivos.
As informações são da Temple University, Filadélfia, Estados Unidos.

O estudo foi feito pelos cientistas da Lewis Katz School of Medicine (LKSOM, que faz parte da Instituição) em parceria com a Universidade de Pittsburgh.
Os pesquisadores conseguiram eliminar totalmente o vírus em camundongos que haviam recebido células humanas infectadas com HIV.
Como
Eles conseguiram os resultados com uma tecnologia de edição de genes.
“A equipe é a primeira a demonstrar que a replicação do HIV-1 pode ser completamente suprimida e o vírus é eliminado de células infectadas em animais com uma poderosa tecnologia de edição de genes conhecida como CRISPR/ Cas9”, diz o site da universidade.
Um estudo anterior (de prova de conceito), publicado em 2016, teria sido usado como base da nova descoberta.
Nele os cientistas usaram modelos transgênicos de ratos e camundongos com DNA de HIV-1 incorporados no genoma de todos os tecidos dos corpos dos animais,
Eles demonstraram que a sua estratégia poderia eliminar os fragmentos alvo do HIV-1 do genoma na maioria dos tecidos dos animais estudados.
“Nosso novo estudo é mais abrangente. Confirmamos os dados de nosso trabalho anterior e melhoramos a eficiência de nossa estratégia de edição de genes. Nós também mostramos que a estratégia é eficaz em dois modelos outros dois tipos de roedores, um representando infecção aguda em células de rato e o outro representando infecção crônica  ou latente em células humanas”, disse Dr. Hu.
Os cientistas dizem que o próximo passo seria repetir os testes em primatas, animal mais adequado para este estudo, já que neles a infecção pelo HIV induz à doença, para demonstrar ainda mais a eliminação do DNA do HIV-1 em células T latentemente infectadas e outros locais de incubação para o HIV-1, Incluindo células cerebrais.
Depois de testar a técnica em macacos, o próximo passo será verificar a tecnologia em seres humanos.
“Nosso objetivo final é um ensaio clínico em pacientes humanos”, acrescentou Kamel Khalili.
Com informações da Veja

quarta-feira, 29 de março de 2017

Merecidas Férias

A Dermatologista Tamara Abrantes aproveitou o inicio o mês de Março para curtir merecidas férias e namorar um pouco mais seu maridão David Turgot. ,


segunda-feira, 27 de março de 2017

USP cria fita adesiva anestésica: substitui agulha do dentista

A temida injeção do dentista pode estar com os dias contados!
Cientistas da USP de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, criaram uma fita adesiva que anestesia o paciente por 50 minutos, sem necessidade de picada.
Estudos feitos pelos departamentos de farmácia e odontologia da universidade mostram que a fita pode ser usada em procedimentos menos invasivos
“O produto pode ser efetivo em microcirurgias, extração de dentes de leite em crianças e raspagem e curetagem dental em adultos”, disse Renê Oliveira do Couto, farmacêutico e integrante do grupo, ao jornal da USP.
O materia é biocompatível e biodegradável.
Parte da pesquisa foi publicada nas revistas Colloids and Surfaces B: Biointerfaces e Biomedical Chromatography.
“Ele tem um efeito anestésico muito satisfatório, eliminando o uso de agulha,” disse ao G1 Paulo Linares Calefi, um dos pesquisadores da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (Forp).
História
A estudo começou em 2012, porque muita gente – até hoje – demonstra medo da agulha nos consultórios.
Os pesquisadores criaram um filme mucoadesivo feito a partir da hidroxipropilmetilcelulose (HPMC), um polímero de baixo custo derivado da celulose vegetal já usado nos setores de farmácia, cosméticos e alimentos.
“Estávamos pesquisando géis filmes para colocar dentro de bolsa periodontal pra tratar doença periodontal e aproveitar esses mesmos géis pra ver se funcionavam carregados com anestésico que a gente usa normalmente pra tratar o paciente”, explica.
A fita que substitui a injeção é colocada sobre a gengiva e libera um anestésico que, aos poucos, atinge o tecido ósseo e o dente.
Os efeitos começam a ser sentidos após cinco minutos, atingem seu auge entre 15 e 25 minutos e permanecem por 50 minutos.
O dispositivo tem formato circular para se adaptar melhor à anatomia da boca e para facilitar a aplicação, segundo Paulo Calefi.
Testes feitos em pacientes, com a fita e também com placebo, confirmaram a eficácia do produto. Quem recebeu a fita adesiva afirmou ter zerado o incômodo.
Além do efeito psicológico sobre os pacientes, a agulha representa um risco à saúde de quem trabalha diariamente com ela nos consultórios.
“O risco é muito alto de se cortar ou perfurar com agulha contaminada. Se o paciente tiver hepatite, HIV, doenças que são transmissíveis pelo sangue, é um risco muito grande de ter de usar o coquetel por um tempo ou até de a pessoa ficar doente”, afirma.

Vendas
A tecnologia ainda está em fase de registro de patente e tem previsão de chegar ao mercado em até cinco anos.
“O que fizemos hoje foi o desenvolvimento do sistema de liberação. Agora nós passaremos para uma segunda fase que é o desenvolvimento industrial desse produto”, diz.
A ideia é continuar desenvolvendo o adesivo para que ele também seja aplicado em intervenções mais profundas como cirurgias de canal.
Os pesquisadores estimam de um a cinco anos para que a inovação chegue ao mercado e seja produzida em escala industrial.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Falta de higiene causa mais de mil amputações de pênis por ano no Brasil

É quase inacreditável imaginar que pelo menos mil homens perdem seu “melhor amigo” todos os anos. Mais assustador ainda é descobrir que o motivo disso: em pleno século XXI, muitos homens ainda não sabem ou não têm o hábito de lavar seus órgãos sexuais com frequência. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), só em 2013 cerca de mil amputações penianas ocorreram no Brasil. 


Pois é amigo, deixar de tomar banho porque está com “preguiça” pode lhe custar caro. Muitos homens adquirem câncer no pênis graças aos maus hábitos de higiene, que termina em procedimentos cirúrgicos de amputação do órgão.

A apesar do câncer de pênis ser raro no país – representa 2% entre todos os outros tipos –, os dados da SBU também mostram que, em algumas regiões do Norte e Nordeste do país, ele é bem mais comum do que o de próstata. Isso ocorre devido às baixas condições socioeconômicas e, claro, má higiene íntima.

Além disso, o medo dos homens de procurar por ajuda médica prejudica ainda mais quadro, porque muitos acreditam que isso é quase uma violação a sua sexualidade (besteira!). Atualmente, enquanto mais de 15 milhões de mulheres vão ao ginecologista todos os anos, apenas 2 milhões de homens buscam o urologista, sendo que a maioria deles já apresenta algum problema urológico. Com base nesses números, é fácil acreditar que pelo menos mil homens têm seus pênis amputados todos os anos, não é?

Como se não bastasse, a falta de higiene não afeta apenas a “saúde do brinquedinho” dos homens que descuidam da saúde íntima. Lesões no pênis também levam ao desenvolvimento de doenças, facilitando, inclusive, a transmissão do HPV, principal responsável pelos cânceres de colo de útero, vagina, ânus, pênis e orofaringe (boca e garganta). 


No caso do pênis, a amputação, parcial ou total, é um dos últimos recursos usados pelos médicos para salvar a vida do paciente, sendo que, quando descoberto logo no início, o “melhor amigo” tem 95% de chance de ser salvo.

COM ÁGUA E SABÃO

Quer saber como não deixar isso acontecer com seu pênis? 

#1 – Mantenha-o limpo. Não é frescura. Cuidar da higiene íntima não serve só para deixar o amigão apresentável para conhecer novas amiguinhas. Mantê-lo limpo também evita a proliferação de fungos e bactérias que podem ocasionar sérias infecções penianas, como candidíase e balanite. Para isso recomenda-se enxugar o pênis após urinadas e relações sexuais; lavar cuecas e só utilizá-las quando estiverem totalmente secas; e no banho, lavar a glande com sabonete até que saia toda gordura presente.

#2 – Use camisinha. Não adianta fazer bem feito na hora H e depois perceber que contraiu uma DST. Além de evitar a gravidez indesejada, o uso de camisinha é recomendadíssimo para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis como gonorreia, sífilis e até mesmo a AIDS.

#3 – Fique longe dos cigarros. Além aumentar as chances de contrair câncer de vários tipos e doenças respiratórias, o consumo de cigarro está entre as principais causas da infertilidade masculina. Isso se dá porque o tabaco reduz os movimentos dos espermatozóides e o volume da ejaculação. Então, se ainda pretende ter filhos ou ter uma vida saudável, melhor não fumar.

#4 – Atenção ao nível de testosterona. Os baixos níveis de testosterona são mais comuns do que os homens pensam. Como esse hormônio é também responsável pela ereção peniana, sua deficiência pode originar a disfunção erétil. Mas se você estiver com pouca testosterona, não se desespere. Para corrigir o problema existem tratamentos de reposição hormonal, que só devem ser feitos com orientação médica.

#5 – Vá sempre ao médico. Os homens têm o péssimo hábito de irem ao consultório apenas em uma situação: quando sentem algum sintoma. E, mesmo assim, só procuram um especialista a partir da insistência de uma mulher (seja esposa, mãe ou até filha) ou quando o problema foge do controle. Isso é MUITO errado. Procure anualmente um médico urologista e realize um check-up. Tal hábito pode te prevenir de vários problemas com o “melhor amigo” .

Smartband Proof, a pulseira que mede o álcool no seu sangue

Se você, não raro, perde a noção de quantas garrafas de cerveja já virou com os amigos no bar ou quantas taças de vinho bebeu durante um encontro e tem receio de pegar o carro depois - afinal, sempre é possível dar de cara com uma blitz policial ou, em casos mais graves, causar uma acidente -, saiba que seus dias de beber além da conta sem perceber estão contados. A empresa Milo Sensors, especialista em tecnologia vestível, acaba de criar a pulseira Proof, que permite quem a usa ficar de olho na quantidade de álcool no sangue.



A tecnologia por trás da pulseira é bem simples: o usuário deve apenas vestir o acessório, que deverá estar conectado ao smartphone. Enquanto a bebida é consumida, a pulseira irá calcular a quantidade de álcool no sangue por meio da transpiração da pessoa. 

Há ainda opção para ativar alarmes para serem disparados quando se atinge um limite determinado de bebedeira, assim é possível ficar de olho na própria situação antes de fazer qualquer besteira como virar um copo a mais do que deveria e pegar o carro despreocupadamente. 

Tudo é feito de forma muito discreta, basta apenas tirar o celular do bolso e conferir as informações, como se fosse mandar uma mensagem de texto.

Evan Strenk, CEO da empresa Milo Sensors, criadora do aparelho, reafirma o propósito da tecnologia, que é garantir um meio das pessoas medirem a quantidade de álcool no próprio sangue de maneira discreta. "Existem bafômetros para serem comprados, mas ninguém usa pois são estranhos. O uso aqui é que você põe o sensor às 18h e configura todos os alarmes para si mesmo, e tudo está pareado com o aplicativo", afirma o empresário.


Com previsão de chegada ao mercado ainda em 2017, a Smartband Proof deve custar entre 100 e 150 dólares (ou entre 300 e 450 reais), mas ainda não se sabe o grande público terá interesse em gastar um valor tão elevado, apesar dos possíveis benefícios do aparelho para a segurança de quem bebe e dirige e também as possíveis vítimas de atropelamentos e outros acidentes que poderiam ser evitadas.

quinta-feira, 16 de março de 2017

XIV Congresso Mundial de Medicina Estética

O XIV Congresso Mundial de Medicina Estética é promovido pela ABME - Associação Brasileira de Medicina Estética, em 2017 será realizado dias 23, 24 e 25 de março no Centro de Convenções Frei Caneca, localizado na Rua Frei Caneca, 569 na cidade de São Paulo, principal centro financeiro, corporativo e mercantil da América do Sul, considerada a 14ª cidade mais globalizada do planeta.

O objetivo principal do Congresso é apresentar aos médicos as principais novidades e avanços na área da Medicina Estética. Para a edição de 2017, além dos nomes já conhecidos que sempre fazem sucesso no Congresso, apresentando suas experiências profissionais, convidaremos também médicos
conhecidos mundialmente. A qualidade e responsabilidade na escolha dos palestrantes é um compromisso da organização com seus congressistas.

Junto ao XIV Congresso Mundial de Medicina Estética teremos o V Congresso Nacional de Dermatologia do CBD, o I Simpósio Nacional de Endocrinologia e como novidade o I Fórum Brasileiro de Medicina Funcional que, com certeza, agregará mais conhecimento científico e mais participantes.

Repetindo o sucesso das demais edições teremos a já conceituada exposição de Produtos, Equipamentos e Serviços na área da Medicina Estética e Dermatologia que acrescentará para a atualização e aprimoramento dos médicos congressistas e dos visitantes, além de ser uma oportunidade de fechar grandes negócios.

A garantia do sucesso deste XIV Congresso Mundial de Medicina Estética será contar com a sua participação, fazendo do mesmo o melhor de todos.

E quem já tem presença confirmada é a Dra Ivalucia Nicacio


quarta-feira, 15 de março de 2017

Cientistas conseguem reverter sintomas da depressão com iogurte

Cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de Virgínia, nos EUA, fizeram uma descoberta animadora e promissora para pessoas que sofrem de depressão.
Eles conseguiram reverter os sintomas da doença em ratos usando iogurte. A informação foi divulgada este mês pela revista especializada Nature.
Os pesquisadores alimentaram ratinhos com uma bactéria probiótica encontrada em iogurtes de cultura viva, os chamados Lactobacillus, que são popularmente conhecidos por ajudar o intestino e melhorar a imunidade.

Estudando os camundongos, antes e depois de serem submetidos ao estresse, a equipe descobriu que as bactérias intestinais desempenham um papel importante na depressão

Fim do mau humor
Depois que alimentaram as cobaias com as bactérias Lactobacillus o humor normal retornou.
Já quando a alimentação foi retirada, os sintomas da depressão voltaram.
Eles descobriram que a quantidade de Lactobacillus no intestino afeta o nível de kynurenine no sangue, que causa sinais de depressão.
O pesquisador Alban Gaultier disse ao UVA Today que suas descobertas podem significar que os pacientes não terão que “se preocupar com drogas complexas e efeitos colaterais”, e que eles podem simplesmente “brincar com o microbioma”, que é a bactéria do intestino.
“Seria mágico apenas mudar sua dieta, mudar as bactérias que você toma, e reparar sua saúde – do seu jeito”.Gaultier agora planeja testar sua descoberta em seres humanos

Alimentos com Lactobacilos
Lactobacilos vivos são encontrados em diversos tipos de alimentos fermentados como:
  • Iogurtes do tipo Grego e Actvia
  • Leite fermentado, do tipo Yakult e Chamyto
  • Kefir
  • Certos tipos de queijo
O leite cru tambem tem lactobacilos, porém quando pasteurizado, esses microrganismos morrem. Os lactobacilos são os responsaveis pelo azedamento do leite.
Veja a explicação do professor:

segunda-feira, 6 de março de 2017

Mitos e verdades sobre o consumo de bebidas alcoólicas

Festas, confraternizações, encontros com a família? Esses e diversos outros eventos têm uma característica comum: quase sempre envolvem álcool. Mas beber apenas nestas ocasiões não causa nenhum problema para a saúde, certo? Confira os mitos e verdades sobre o consumo de álcool:

Apenas grandes quantidades de álcool causam ressaca
Mito! A ressaca ocorre quando o organismo fica desidratado por conta do efeito diurético das bebidas alcóolicas. "A consequência são sintomas como dor de cabeça, enjoo e fadiga", explica Rogério Alves, hepatologista do Hospital Beneficência Portuguesa.
Além disso, a ressaca pode ser um "rebote" do efeito do álcool. Isso ocorre quando o organismo tenta compensar a sedação causada pela bebida, e a ressaca acontece quando esse mecanismo se sustenta mesmo após a saída do álcool. Os sintomas irritabilidade, sensibilidade aumentada à dor e enxaqueca.
Também pode acontecer de a irritação causada no estômago e no trato digestivo pelo álcool causem sensações de queimação, dor e náuseas, diz o psiquiatra Braun.
Algumas pessoas nunca ficam bêbadas
Mito! Só não fica bêbado nunca quem não bebe. O que pode acontecer é que a pessoa está acostumada a fazer uso da bebida alcóolica, e com isso ela não demonstra mais tanto os efeitos.
Além disso, ação do álcool pode ser diferente dependendo de vários fatores - como alimentação, ingestão de água, mistura de várias bebidas, entre outros.
A questão de beber de vez em quando, mesmo que em pequenas quantidades, faz diferença porque "qualquer pessoa que ingira álcool de uma forma regular pode acabar desenvolvendo uma tolerância à bebida, fazendo com que para ter os sintomas a pessoa precise ingerir cada vez mais", explica Alves.
Só é alcoólatra quem bebe todos os dias
Mito! "O alcoolismo ocorre em graus variados. Pode ser considerado alcoolismo se uma pessoa bebe com frequência e/ou quantidade suficiente para ter alterações comportamentais durante um ano ou mais, e quando há frequentes discussões com familiares, direção perigosa e/ou problemas no desempenho profissional - faltas, atrasos, queda no rendimento", diz Braun.
Por isso é um mito acreditar que alcoólatra é apenas a pessoa que bebe todos os dias ou que fica embriagada ao ponto de cair na sarjeta. "Em casos mais graves, mesmo que a pessoa não consuma álcool todos os dias, a perda de controle se manifesta pela incapacidade de ficar sem beber por períodos prolongados ou por tentativas mal sucedidas de beber menos, com frequência menor ou por períodos menores", explica o psiquiatra.
O alcoolismo se caracteriza não tanto pela quantidade consumida, mas pelos problemas que o consumo traz à vida da pessoa em termos de saúde, desempenho profissional, acadêmico ou relacionamentos sociais.
Amnésia alcoólica pode acontecer com todos
Depende! O álcool, em alguns casos mais graves de bebedeira, tem efeito sobre o hipocampo, região do cérebro responsável por fixação da memória. "Isso impede a pessoa de lembrar-se do que ela fez ou presenciou enquanto estava sob os efeitos da droga", explica Ivan Mario Braun, psiquiatra e terapeuta comportamental do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). "Não é possível prever quando vai ocorrer amnésia alcoólica, porém os casos estão relacionados à quantidade de bebida ingerida e são indício de casos mais graves de alcoolismo", diz o especialista.
Grávidas não podem beber
Verdade! São várias as doenças e problemas relacionados ao consumo de álcool durante a gravidez, principalmente no primeiro trimestre. "O álcool pode penetrar a placenta e provocar diversas complicações para o feto, como má-formação, Síndrome do Alcoolismo Fetal e etc", diz o Hepatologista Alves. No primeiro trimestre este consumo é ainda mais prejudicial, porque é quando o sistema nervoso do bebê está sendo formado.
A bebida alcóolica só é prejudicial para o fígado
Mito! O consumo de bebida alcoólica afeta o funcionamento de todo o organismo, e quando utilizada em excesso pode trazer graves danos.
O álcool ataca o coração, altera a pressão arterial, pode causar problemas psiquiátricos, danos neurológicos, estimula a obesidade, o acúmulo de gordura e diversos outros malefícios. "Além disso, existe uma doença chamada cardiopatia alcoólica, em que o coração aumenta de tamanho por causa do consumo em excesso de álcool por muito tempo, e há também a síndrome do coração festivo, que causa fibrilação arterial", explica Bruno Valdigem, doutor em cardiologia pela Universidade Federal de São Paulo.
O álcool também pode ser tóxico para o pâncreas, coração, cérebro e órgãos vitais no geral. Cada órgão precisa de uma quantidade específica de álcool para ter problemas, além da questão genética que também influencia.
É preciso beber muito para ter cirrose
Mito! As quantidades de álcool que causam problemas mudam para cada órgão e de acordo com o sexo da pessoa. "No caso do fígado, que sofre com a cirrose, os danos só ocorrem em homens que ingerem ao menos 60g de álcool por dia, enquanto para as mulheres 40g já trazem problemas", explica Alves.
De acordo com a OMS, o consumo moderado da bebida alcóolica é de 36g por dia. Isso seria equivalente a três latas de cerveja ou chope de 330ml, três taças de vinho de 100ml, ou três doses de destilado de 30ml.
Mas calma, esta frequência precisa ser repetida por entre 12 a 20 anos para a cirrose finalmente aparecer. "Durante esse período, o álcool pode causar um dano crônico ao fígado com morte celular, e isso poderá acarretar na substituição do tecido do órgão por uma fibrose, que a longo prazo causar a cirrose", finaliza Alves.
A genética também tem um papel importante nestes casos, uma vez que apenas uma em cada seis pessoas que consomem álcool em excesso desenvolvem cirrose. Outras formas de desenvolver a doença são através das infecções por hepatite b ou hepatite c, hemocromatose, Doença de Wilson, esteatose hepática, entre outras", diz Alves.
É melhor beber muito em um dia do que pouco em vários outros
Depende! O consumo de álcool, seja pouco em vários dias ou muito em um único momento, pode fazer mal. Justamente por esta razão é difícil classificar qual opção seria menos pior. "Pensando a curto prazo, beber demais em um único dia pode ser pior, uma vez que pode gerar uma lesão hepática aguda, que é bastante grave. A longo prazo, ele pode aumentar o risco de doenças", diz Valdigem.
Bebendo muito de uma única vez a pessoa também pode ter náuseas, vômito, sintomas depressivos e ou mesmo coma alcóolico. "Ao passo que beber pouco em vários dias aumenta as chances de surgirem doenças e danificar os órgãos vitais", completa Alves.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Uma busca mais precisa





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Superbactérias resistentes a antibióticos podem matar “tanto quanto o câncer”, diz OMS

A Organização Mundial de Saúde (OMS) publicou nesta segunda-feira (27) uma lista de 12 famílias de superbactérias contra as quais considera "urgente" desenvolver novos tratamentos. A entidade vem enfrentando um sério desafio de saúde com relação à resistência aos antibióticos.
"Esta lista foi estabelecida para tentar orientar e promover a investigação e desenvolvimento de novos antibióticos, alvejando as 12 famílias das bactérias mais ameaçadores para a saúde humana", afirmou nesta segunda-feira (27) a OMS, com o objetivo de evitar o ressurgimento de doenças infecciosas incuráveis.
O risco é considerado "crítico" para três famílias de bactérias: Acinetobacter, Pseudomonas e as enterobactérias (incluindo a E. coli), resistentes inclusive aos antibióticos mais recentes, chamados de antibióticos “de último recurso”, e responsáveis pela maioria das infecções hospitalares.
"A resistência aos antibióticos está aumentando e nós estamos esgotando rapidamente as nossas opções terapêuticas. Se deixarmos esta solução para o mercado, a produção destes novos antibióticos não ficará pronta a tempo", alertou Marie-Paule Kieny, subdiretora-geral da OMS para as áreas de saúde e inovação.

A entidade classificou como de "alta prioridade" seis famílias de bactérias responsáveis por infecções geralmente adquiridas fora do hospital e resistentes a vários tipos de antibióticos. São elas os estafilococos dourados, a Salmonella, a Helicobacter pylori (bactérias responsáveis por úlceras de estômago) ou ainda a Neisseria gonorrhoeae (que provoca a gonorreia, doença sexualmente transmissível).

Três outras famílias de bactérias foram classificadas pela OMS como de "prioridade média", o pneumococo, que pode levar à pneumonia e meningite, a Haemophilus influenzae, responsável por infecções como otite, e a Shigella spp, que causa infecções intestinais como a disenteria.
As bactérias resistentes aos antibióticos podem matar até 10 milhões de pessoas por ano até 2050, tanto quanto doenças como o câncer, de acordo com um grupo de peritos internacionais formado em 2014 no Reino Unido, e autor de vários relatórios sobre o assunto.
De acordo com o grupo, presidido pelo economista Jim O'Neill, o fenômeno já causou 700 mil mortes por ano, incluindo 50 mil na Europa e nos Estados Unidos. Na França, estima-se que a resistência aos antibióticos seja responsável por 12,5 mil mortes por ano, segundo um relatório apresentado em 2015 ao Ministério da Saúde do país.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) soa regularmente o alarme sobre este assunto. Em 50 anos, "apenas duas novas classes de antibióticos apareceram no mercado," porque o retorno sobre o investimento para este tipo de medicamentos é insuficiente para laboratórios, salientou a diretora-executiva da OMS, Margaret Chan.

O alerta da OMS representa "um passo importante" para combater a resistência aos antibióticos, afirmou a Sociedade Europeia de Microbiologia Clínica e Doenças Infecciosas (Escmid). "Esperamos que isso vá empurrar os governos e grupos de investigação a definir as prioridades certas para reduzir o número de mortes devido a infecções resistentes", afirmou Evelina Tacconelli, membro do Comitê Executivo do Escmid que contribuiu para o desenvolvimento da lista das 12 famílias de superbactérias da OMS.

“Esta lista é um instrumento valioso e urgentemente necessário", também comentou a ONG Médicos Sem Fronteiras, que lida com o problema da resistência aos antibióticos todos os dias.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Como lidar com a doença do beijo no Carnaval





Seja no carnaval, seja em qualquer outra data, um singelo beijo na boca pode transmitir uma infecção bem chata. Estamos falando da mononucleose, a popular doença do beijo. Infectologista do Fleury Medicina e Saúde, Celso Granato aborda no vídeo os principais sintomas, as complicações, os exames que detectam o problema e por aí vai.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Sousense é aprovada em 1º lugar na USP

A sousense Germana Mariz Veras Pinto Moura, filha do oftalmologista Dr. José Vicente e Regiane Mariz, foi aprovada em 1º lugar no Fellowship em Catarata do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto e no Banco de olhos de Sorocaba.  
Germana é formada em Medicina pela Faculdade de Medicina Nova Esperança (Famene), tem residência médica em Oftalmologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

A sousense teve sua aprovação em um centro médico que é considerado um dos melhores hospitais oftalmológicos do Brasil. Sendo o que mais realiza transplante de córnea do país. Além disso, dispõe do departamento de retina, catarata, glaucoma e oculoplástica se destacando pela sua excelência. É o primeiro e único hospital da América Latina que possui tecnologia IntraLase. Sendo possível realizar procedimentos de córnea a laser como transplante de córnea, colocação de anel intraestromal para tratamento do ceratocone, cirurgia de correção da miopia, hipermetropia e astigmatismo.

O hospital também dispõe do LensX Laser, um laser utilizado para realizar a cirurgia de catarata tornando o procedimento mais seguro e preciso possibilitando uma recuperação visual mais rápida. 


Por CONEXÃOPB                                       

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

9 atitudes que você precisa adotar para evitar infecção urinária

Alerta: a agenda apertada pode abrir espaço para a infecção urinária, doença que provoca dor, ardência, urgência de ir ao banheiro e que ainda é capaz de estragar seus dias de praia. Confira o check-list do que você precisa fazer para se prevenir:.


1. Ir ao banheiro de preferência a cada três horas, umas seis ou oito vezes por dia: três de manhã, três à tarde e duas à noite, antes de dormir.
2. Sempre ter relações sexuais com a região genital lubrificada. Traumas e fissuras íntimas viram porta de entrada para bactérias.
3. Recusar o sexo vaginal após a penetração anal, a não ser que vocês troquem camisinha, lavem as mãos e coloquem um preservativo novo.
4. Incentivar o moço a usar camisinha sem espermicida, substância que mata as bactérias benéficas e essenciais para o equilíbrio da flora íntima.
5. Não ter relações sexuais de bexiga cheia e fazer xixi assim que terminar. Não precisa sair correndo da cama, mas não deixe passar muito tempo.

6. Quando fizer xixi, use só papel. O emprego exagerado da ducha higiênica altera o pH local e desequilibra a flora. Se evacuar, aí sim, lave com água e sabonete íntimo, com movimentos da frente para trás.
7. Preferir tampão ao absorvente, pois ele deixa a saída da uretra livre e seca. Lembre-se de trocá-lo a cada quatro horas.
8. Aumentar a força muscular e fortalecer o esqueleto com exercício regular. Melhora a imunidade e a defesa contra os invasores.
9. Usar lingerie de algodão e roupas leves e confortáveis para que as partes baixas fiquem arejadas. Aliás, dormir sem calcinha no verão ajuda a conter a proliferação bacteriana. Já o biquíni molhado é um problemão.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

EUA descobrem em paciente anticorpo que neutraliza HIV em 98%

Pesquisadores do National Institutes of Health (NIH),  disseram ter descoberto um anticorpo produzido por um paciente soropositivo que neutraliza 98% de todas as estirpes de HIV testadas, incluindo as mais resistentes.
Com a nova descoberta, cientistas poderão começar a formar a base para uma possível vacina contra o vírus, informou o Science Alert.
O anticorpo, chamado N6, conseguiu manter sua capacidade de reconhecer o HIV até mesmo quando o vírus se transformou e se separou dele.
Ele seria 10 vezes mais potente do que VRC01 – anticorpo de mesma classe que o N6 que havia passado para ensaios clínicos de fase II em pacientes humanos, após proteger macacos contra o HIV por um período de quase seis meses.
Segundo Anthony S. Fauci, do National Institute of Allergy and Infectious Diseases, dos EUA, “a descoberta e caracterização do anticorpo com excepcional amplitude e potência contra o vírus fornece um importante avanço para o desenvolvimento de estratégias de prevenção e tratamento do HIV”.

A pesquisa
Na recente pesquisa os cientistas expuseram o N6 a 181 linhagens diferentes de HIV, conseguindo destruir 98% delas, incluindo 16 das 20 estirpes resistentes a outros anticorpos de mesma classe.
Ele foi considerado um passo significativo, uma vez que o anticorpo estudado anteriormente, VRC01, impediu que 90% das cepas do vírus infectassem células humanas.
O anticorpo N6 teria extraordinária amplitude e potência.
Os pesquisadores acompanharam a evolução de N6 ao longo do tempo para ver como ele respondia às mudanças de forma do HIV, e descobriram que ele confiava menos em se ligar às partes do vírus que estavam mais propensas a mudar – conhecidas como região V5 – e o fazia em partes que se transformavam menos em cada estirpe.
Assim, ao se anexar no vírus, o anticorpo foi capaz de impedir que ele se ligasse a outras células imunes do hospedeiro e as atacasse – o que torna as pessoas soropositivas mais vulneráveis à AIDS.
Também foi verificado que mutações do HIV mais resistentes ao N6 raramente apareciam, o que sugere que o vírus não pode responder a esse anticorpo tão rapidamente quanto aos outros estudados.
Contudo, há de se considerar que, até agora, os resultados foram observados apenas em laboratório e, por isso, até os vermos replicados em ensaios com humanos, teremos de permanecer cautelosamente otimistas.
Portanto, usar a camisinha nas relações sexuais continua sendo a forma mais segura de evitar a contaminação pelo HIV.

O estudo foi publicado recentemente na revista Immunity.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Motivos científicos para você dormir pelado

Como você dorme? Prefere pijamas de algodão ou de seda? De acordo com a ciência, a melhor opção, na hora de dormir, é ir para cama do jeito que você veio ao mundo: totalmente sem roupas! Parece até brincadeira algo assim ter sido estudo por pesquisadores, mas os argumentos que eles têm a respeito do assunto são válidos e muito convincentes, quer ver?
Confira, abaixo, alguns motivos cientificamente comprovados pelos quais você precisa dormir pelado de hoje em diante e se prepare para jogar pela janela todos os seus pijamas:

1. Dormir melhor

De acordo com estudos, quando a gente dorme nossa frequência cardíaca fica mais lenta, diminuindo assim a temperatura corporal. Quando um pijama é usado, esse processo pode ser atrapalhado, já que muitos tecidos fazem o corpo ficar mais quente que o normal. Isso, segundo os cientistas, pode atrapalhar a qualidade do sono. Aliás, muitos casos de insônia estão diretamente ligados à temperatura corporal durante o sono.

2. Mais atraente
É assim que você vai se sentir quando passar a dormir pelado. Conforme a ciência a alta temperatura do corpo à noite interrompe também a produção natural de melatonina e alguns outros hormônios anti-envelhecimento. A longo prazo, isso faz as pessoas se sentirem menos atraentes e pode realmente deixar a pele e os cabelos menos saudáveis.

3. Emagrece

Depois dessa os homens vão morrer agradecendo, porque a mulherada não vai perder a chance de emagrecer dormindo! Isso mesmo, estudos apontam que ir para a cama sem roupas melhora a qualidade do sono e, como consequência, permite que a sensação de fome seja controlada. Isso porque, dormindo bem, o corpo produz menos cortisol, o hormônio do estresse; assim, os níveis de energia e de fome ficam sob controle, já que pessoas estressadas tendem a comer mais compulsivamente.
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4. Mais sexo

Dormindo pelado, você vai dormir melhor, emagrecer e, de quebra, deixar seu relacionamento mais feliz. Isso porque quem dorme sem roupas, consequentemente, faz mais sexo! Especialistas dizem que tudo está relacionado à produção de ocitocina, hormônio responsável pelos “apetite” (se é que você entende…) e que também é fabricado pelo corpo durante o sono.

5. Muito mais fácil

Já pensou o quão inútil e complexo é colocar uma roupa apenas para dormir e, no dia seguinte, tirá-la para colocar uma roupa ‘sociável’? Pois é, além de não ter que gastar mais com pijamas, as pessoas que dormem sem roupas pulam esse processo socialmente imposto e, claro, têm um processo de dormir mais simples… como se precisássemos de mais um motivo para convencer você dos benefícios de ir para cama pelado, não é mesmo?
E então, que tal abandonar de vez o pijama?

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Dermatologista Tamara Abrantes atendendo em Sousa dia 24/02

Atendendo em Sousa na Clínica Espaço Vida dia 24 de  fevereiro Dra Tamara Abrantes na sexta antes do carnaval. Ligue e marque já seu horário 82 3522 2500. Quer saber mais sobre ela? Acesse:
http://medicossousenses.blogspot.com.br/



sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

ACIDENTES DE MOTO E A SEVERIDADE DAS LESÕES

A realidade vivida nas urgências e emergências dos Hospitais de Trauma, tem registrado um número elevado de vítimas de acidentes envolvendo motos. Em quase uma década, o número de mortos em acidentes de trânsito envolvendo motocicletas triplica no Brasil. Na região nordeste, por exemplo, 49% das vítimas mortas em acidentes de trânsito eram conduzidas por motos. Os dados são do estudo “Retrato da Segurança Viária no Brasil”. O mestre em sociologia pela UnB (Universidade de Brasília) e consultor em segurança e educação para o trânsito,  Eduardo Biavati afirma que o aumento no número de feridos e mortos por motocicletas pode ser explicado por vários fatores, a começar pela má formação de condutores. É sensato imaginar que muitos dos acidentes podem envolver motociclistas experientes e prudentes no trânsito, mas certamente são casos fortuitos. A grande maioria dos envolvidos são condutores irresponsáveis e inconsequentes para com as leis de trânsito. Conduzem motos alcoolizados, onde muitos são até menores de idade.


LESÕES DE TECIDOS MOLES DA FACE 
lesões dos tecidos moles da face reservam importantes cuidados quanto ao seu tratamento, diante da nobreza anatômica da região, que é rica em nervos, vasos sanguíneos calibrosos, glândulas salivares, ductos, olhos e anexos, por exemplo. Para tanto os Cirurgiões e Traumatologistas Buco-Maxilo-Faciais (BMF), os quais são treinados à assistir pacientes com essa situação clínica, são requeridos a terem cada vez mais treinamentos específicos quanto ao manejo das lesões dos tecidos moles da face, visado otimizar seus resultados cirúrgicos. Para tanto, técnicas de cirurgia plástica devem ser assimiladas pelos Cirurgiões BMF, como forma de enrequecimento técnico,  considerando que muitas das lesões das quais tratamos assumem características singulares como perda de substância por exemplo. Nesse contexto consideramos importante o Cirurgião BMF ter conhecimeto sobre o processo de cicatrização das lesões dos tecidos moles e do comportamento biológico de reparo de cada natureza de tecido lesado envolvido no trauma. Pois só assim o profissional assistente ao caso poderá julgar qual a melhor conduta cirúrgica tomar visando uma melhor estética e função.









Nestas imagens não temos o propósito específico de relatar o caso clínico exposto, mas de apresentar um caso clínico por nós tratado na urgência, que retrata bem a severidade dos traumas de face dos quais o Cirurgião Buco Maxilo Facial deve estar apto a tratar. Este caso teve breve período de proservação devido o desinteresse do paciente em comparecer as demais consultas de retorno o que justifica a ausência de imagens de um pós-cirúrgico mais tardio. São apresentadas imagem que ilustram o quadro pré operatório  e pós imediato, onde no pré evidencia-se diversas estruturas anatômicas comprometidas pelo trauma e no pós um processo de cicatrização em curso.
Resultado final 

Dr. Valmir Braga / Cirurgião Buco Maxilo Facial
9 9444-4521             
               
Imagens de arquivo pessoal.