Blog dos Médicos

segunda-feira, 27 de março de 2017

USP cria fita adesiva anestésica: substitui agulha do dentista

A temida injeção do dentista pode estar com os dias contados!
Cientistas da USP de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, criaram uma fita adesiva que anestesia o paciente por 50 minutos, sem necessidade de picada.
Estudos feitos pelos departamentos de farmácia e odontologia da universidade mostram que a fita pode ser usada em procedimentos menos invasivos
“O produto pode ser efetivo em microcirurgias, extração de dentes de leite em crianças e raspagem e curetagem dental em adultos”, disse Renê Oliveira do Couto, farmacêutico e integrante do grupo, ao jornal da USP.
O materia é biocompatível e biodegradável.
Parte da pesquisa foi publicada nas revistas Colloids and Surfaces B: Biointerfaces e Biomedical Chromatography.
“Ele tem um efeito anestésico muito satisfatório, eliminando o uso de agulha,” disse ao G1 Paulo Linares Calefi, um dos pesquisadores da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (Forp).
História
A estudo começou em 2012, porque muita gente – até hoje – demonstra medo da agulha nos consultórios.
Os pesquisadores criaram um filme mucoadesivo feito a partir da hidroxipropilmetilcelulose (HPMC), um polímero de baixo custo derivado da celulose vegetal já usado nos setores de farmácia, cosméticos e alimentos.
“Estávamos pesquisando géis filmes para colocar dentro de bolsa periodontal pra tratar doença periodontal e aproveitar esses mesmos géis pra ver se funcionavam carregados com anestésico que a gente usa normalmente pra tratar o paciente”, explica.
A fita que substitui a injeção é colocada sobre a gengiva e libera um anestésico que, aos poucos, atinge o tecido ósseo e o dente.
Os efeitos começam a ser sentidos após cinco minutos, atingem seu auge entre 15 e 25 minutos e permanecem por 50 minutos.
O dispositivo tem formato circular para se adaptar melhor à anatomia da boca e para facilitar a aplicação, segundo Paulo Calefi.
Testes feitos em pacientes, com a fita e também com placebo, confirmaram a eficácia do produto. Quem recebeu a fita adesiva afirmou ter zerado o incômodo.
Além do efeito psicológico sobre os pacientes, a agulha representa um risco à saúde de quem trabalha diariamente com ela nos consultórios.
“O risco é muito alto de se cortar ou perfurar com agulha contaminada. Se o paciente tiver hepatite, HIV, doenças que são transmissíveis pelo sangue, é um risco muito grande de ter de usar o coquetel por um tempo ou até de a pessoa ficar doente”, afirma.

Vendas
A tecnologia ainda está em fase de registro de patente e tem previsão de chegar ao mercado em até cinco anos.
“O que fizemos hoje foi o desenvolvimento do sistema de liberação. Agora nós passaremos para uma segunda fase que é o desenvolvimento industrial desse produto”, diz.
A ideia é continuar desenvolvendo o adesivo para que ele também seja aplicado em intervenções mais profundas como cirurgias de canal.
Os pesquisadores estimam de um a cinco anos para que a inovação chegue ao mercado e seja produzida em escala industrial.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Falta de higiene causa mais de mil amputações de pênis por ano no Brasil

É quase inacreditável imaginar que pelo menos mil homens perdem seu “melhor amigo” todos os anos. Mais assustador ainda é descobrir que o motivo disso: em pleno século XXI, muitos homens ainda não sabem ou não têm o hábito de lavar seus órgãos sexuais com frequência. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), só em 2013 cerca de mil amputações penianas ocorreram no Brasil. 


Pois é amigo, deixar de tomar banho porque está com “preguiça” pode lhe custar caro. Muitos homens adquirem câncer no pênis graças aos maus hábitos de higiene, que termina em procedimentos cirúrgicos de amputação do órgão.

A apesar do câncer de pênis ser raro no país – representa 2% entre todos os outros tipos –, os dados da SBU também mostram que, em algumas regiões do Norte e Nordeste do país, ele é bem mais comum do que o de próstata. Isso ocorre devido às baixas condições socioeconômicas e, claro, má higiene íntima.

Além disso, o medo dos homens de procurar por ajuda médica prejudica ainda mais quadro, porque muitos acreditam que isso é quase uma violação a sua sexualidade (besteira!). Atualmente, enquanto mais de 15 milhões de mulheres vão ao ginecologista todos os anos, apenas 2 milhões de homens buscam o urologista, sendo que a maioria deles já apresenta algum problema urológico. Com base nesses números, é fácil acreditar que pelo menos mil homens têm seus pênis amputados todos os anos, não é?

Como se não bastasse, a falta de higiene não afeta apenas a “saúde do brinquedinho” dos homens que descuidam da saúde íntima. Lesões no pênis também levam ao desenvolvimento de doenças, facilitando, inclusive, a transmissão do HPV, principal responsável pelos cânceres de colo de útero, vagina, ânus, pênis e orofaringe (boca e garganta). 


No caso do pênis, a amputação, parcial ou total, é um dos últimos recursos usados pelos médicos para salvar a vida do paciente, sendo que, quando descoberto logo no início, o “melhor amigo” tem 95% de chance de ser salvo.

COM ÁGUA E SABÃO

Quer saber como não deixar isso acontecer com seu pênis? 

#1 – Mantenha-o limpo. Não é frescura. Cuidar da higiene íntima não serve só para deixar o amigão apresentável para conhecer novas amiguinhas. Mantê-lo limpo também evita a proliferação de fungos e bactérias que podem ocasionar sérias infecções penianas, como candidíase e balanite. Para isso recomenda-se enxugar o pênis após urinadas e relações sexuais; lavar cuecas e só utilizá-las quando estiverem totalmente secas; e no banho, lavar a glande com sabonete até que saia toda gordura presente.

#2 – Use camisinha. Não adianta fazer bem feito na hora H e depois perceber que contraiu uma DST. Além de evitar a gravidez indesejada, o uso de camisinha é recomendadíssimo para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis como gonorreia, sífilis e até mesmo a AIDS.

#3 – Fique longe dos cigarros. Além aumentar as chances de contrair câncer de vários tipos e doenças respiratórias, o consumo de cigarro está entre as principais causas da infertilidade masculina. Isso se dá porque o tabaco reduz os movimentos dos espermatozóides e o volume da ejaculação. Então, se ainda pretende ter filhos ou ter uma vida saudável, melhor não fumar.

#4 – Atenção ao nível de testosterona. Os baixos níveis de testosterona são mais comuns do que os homens pensam. Como esse hormônio é também responsável pela ereção peniana, sua deficiência pode originar a disfunção erétil. Mas se você estiver com pouca testosterona, não se desespere. Para corrigir o problema existem tratamentos de reposição hormonal, que só devem ser feitos com orientação médica.

#5 – Vá sempre ao médico. Os homens têm o péssimo hábito de irem ao consultório apenas em uma situação: quando sentem algum sintoma. E, mesmo assim, só procuram um especialista a partir da insistência de uma mulher (seja esposa, mãe ou até filha) ou quando o problema foge do controle. Isso é MUITO errado. Procure anualmente um médico urologista e realize um check-up. Tal hábito pode te prevenir de vários problemas com o “melhor amigo” .

Smartband Proof, a pulseira que mede o álcool no seu sangue

Se você, não raro, perde a noção de quantas garrafas de cerveja já virou com os amigos no bar ou quantas taças de vinho bebeu durante um encontro e tem receio de pegar o carro depois - afinal, sempre é possível dar de cara com uma blitz policial ou, em casos mais graves, causar uma acidente -, saiba que seus dias de beber além da conta sem perceber estão contados. A empresa Milo Sensors, especialista em tecnologia vestível, acaba de criar a pulseira Proof, que permite quem a usa ficar de olho na quantidade de álcool no sangue.



A tecnologia por trás da pulseira é bem simples: o usuário deve apenas vestir o acessório, que deverá estar conectado ao smartphone. Enquanto a bebida é consumida, a pulseira irá calcular a quantidade de álcool no sangue por meio da transpiração da pessoa. 

Há ainda opção para ativar alarmes para serem disparados quando se atinge um limite determinado de bebedeira, assim é possível ficar de olho na própria situação antes de fazer qualquer besteira como virar um copo a mais do que deveria e pegar o carro despreocupadamente. 

Tudo é feito de forma muito discreta, basta apenas tirar o celular do bolso e conferir as informações, como se fosse mandar uma mensagem de texto.

Evan Strenk, CEO da empresa Milo Sensors, criadora do aparelho, reafirma o propósito da tecnologia, que é garantir um meio das pessoas medirem a quantidade de álcool no próprio sangue de maneira discreta. "Existem bafômetros para serem comprados, mas ninguém usa pois são estranhos. O uso aqui é que você põe o sensor às 18h e configura todos os alarmes para si mesmo, e tudo está pareado com o aplicativo", afirma o empresário.


Com previsão de chegada ao mercado ainda em 2017, a Smartband Proof deve custar entre 100 e 150 dólares (ou entre 300 e 450 reais), mas ainda não se sabe o grande público terá interesse em gastar um valor tão elevado, apesar dos possíveis benefícios do aparelho para a segurança de quem bebe e dirige e também as possíveis vítimas de atropelamentos e outros acidentes que poderiam ser evitadas.

quinta-feira, 16 de março de 2017

XIV Congresso Mundial de Medicina Estética

O XIV Congresso Mundial de Medicina Estética é promovido pela ABME - Associação Brasileira de Medicina Estética, em 2017 será realizado dias 23, 24 e 25 de março no Centro de Convenções Frei Caneca, localizado na Rua Frei Caneca, 569 na cidade de São Paulo, principal centro financeiro, corporativo e mercantil da América do Sul, considerada a 14ª cidade mais globalizada do planeta.

O objetivo principal do Congresso é apresentar aos médicos as principais novidades e avanços na área da Medicina Estética. Para a edição de 2017, além dos nomes já conhecidos que sempre fazem sucesso no Congresso, apresentando suas experiências profissionais, convidaremos também médicos
conhecidos mundialmente. A qualidade e responsabilidade na escolha dos palestrantes é um compromisso da organização com seus congressistas.

Junto ao XIV Congresso Mundial de Medicina Estética teremos o V Congresso Nacional de Dermatologia do CBD, o I Simpósio Nacional de Endocrinologia e como novidade o I Fórum Brasileiro de Medicina Funcional que, com certeza, agregará mais conhecimento científico e mais participantes.

Repetindo o sucesso das demais edições teremos a já conceituada exposição de Produtos, Equipamentos e Serviços na área da Medicina Estética e Dermatologia que acrescentará para a atualização e aprimoramento dos médicos congressistas e dos visitantes, além de ser uma oportunidade de fechar grandes negócios.

A garantia do sucesso deste XIV Congresso Mundial de Medicina Estética será contar com a sua participação, fazendo do mesmo o melhor de todos.

E quem já tem presença confirmada é a Dra Ivalucia Nicacio


quarta-feira, 15 de março de 2017

Cientistas conseguem reverter sintomas da depressão com iogurte

Cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de Virgínia, nos EUA, fizeram uma descoberta animadora e promissora para pessoas que sofrem de depressão.
Eles conseguiram reverter os sintomas da doença em ratos usando iogurte. A informação foi divulgada este mês pela revista especializada Nature.
Os pesquisadores alimentaram ratinhos com uma bactéria probiótica encontrada em iogurtes de cultura viva, os chamados Lactobacillus, que são popularmente conhecidos por ajudar o intestino e melhorar a imunidade.

Estudando os camundongos, antes e depois de serem submetidos ao estresse, a equipe descobriu que as bactérias intestinais desempenham um papel importante na depressão

Fim do mau humor
Depois que alimentaram as cobaias com as bactérias Lactobacillus o humor normal retornou.
Já quando a alimentação foi retirada, os sintomas da depressão voltaram.
Eles descobriram que a quantidade de Lactobacillus no intestino afeta o nível de kynurenine no sangue, que causa sinais de depressão.
O pesquisador Alban Gaultier disse ao UVA Today que suas descobertas podem significar que os pacientes não terão que “se preocupar com drogas complexas e efeitos colaterais”, e que eles podem simplesmente “brincar com o microbioma”, que é a bactéria do intestino.
“Seria mágico apenas mudar sua dieta, mudar as bactérias que você toma, e reparar sua saúde – do seu jeito”.Gaultier agora planeja testar sua descoberta em seres humanos

Alimentos com Lactobacilos
Lactobacilos vivos são encontrados em diversos tipos de alimentos fermentados como:
  • Iogurtes do tipo Grego e Actvia
  • Leite fermentado, do tipo Yakult e Chamyto
  • Kefir
  • Certos tipos de queijo
O leite cru tambem tem lactobacilos, porém quando pasteurizado, esses microrganismos morrem. Os lactobacilos são os responsaveis pelo azedamento do leite.
Veja a explicação do professor:

segunda-feira, 6 de março de 2017

Mitos e verdades sobre o consumo de bebidas alcoólicas

Festas, confraternizações, encontros com a família? Esses e diversos outros eventos têm uma característica comum: quase sempre envolvem álcool. Mas beber apenas nestas ocasiões não causa nenhum problema para a saúde, certo? Confira os mitos e verdades sobre o consumo de álcool:

Apenas grandes quantidades de álcool causam ressaca
Mito! A ressaca ocorre quando o organismo fica desidratado por conta do efeito diurético das bebidas alcóolicas. "A consequência são sintomas como dor de cabeça, enjoo e fadiga", explica Rogério Alves, hepatologista do Hospital Beneficência Portuguesa.
Além disso, a ressaca pode ser um "rebote" do efeito do álcool. Isso ocorre quando o organismo tenta compensar a sedação causada pela bebida, e a ressaca acontece quando esse mecanismo se sustenta mesmo após a saída do álcool. Os sintomas irritabilidade, sensibilidade aumentada à dor e enxaqueca.
Também pode acontecer de a irritação causada no estômago e no trato digestivo pelo álcool causem sensações de queimação, dor e náuseas, diz o psiquiatra Braun.
Algumas pessoas nunca ficam bêbadas
Mito! Só não fica bêbado nunca quem não bebe. O que pode acontecer é que a pessoa está acostumada a fazer uso da bebida alcóolica, e com isso ela não demonstra mais tanto os efeitos.
Além disso, ação do álcool pode ser diferente dependendo de vários fatores - como alimentação, ingestão de água, mistura de várias bebidas, entre outros.
A questão de beber de vez em quando, mesmo que em pequenas quantidades, faz diferença porque "qualquer pessoa que ingira álcool de uma forma regular pode acabar desenvolvendo uma tolerância à bebida, fazendo com que para ter os sintomas a pessoa precise ingerir cada vez mais", explica Alves.
Só é alcoólatra quem bebe todos os dias
Mito! "O alcoolismo ocorre em graus variados. Pode ser considerado alcoolismo se uma pessoa bebe com frequência e/ou quantidade suficiente para ter alterações comportamentais durante um ano ou mais, e quando há frequentes discussões com familiares, direção perigosa e/ou problemas no desempenho profissional - faltas, atrasos, queda no rendimento", diz Braun.
Por isso é um mito acreditar que alcoólatra é apenas a pessoa que bebe todos os dias ou que fica embriagada ao ponto de cair na sarjeta. "Em casos mais graves, mesmo que a pessoa não consuma álcool todos os dias, a perda de controle se manifesta pela incapacidade de ficar sem beber por períodos prolongados ou por tentativas mal sucedidas de beber menos, com frequência menor ou por períodos menores", explica o psiquiatra.
O alcoolismo se caracteriza não tanto pela quantidade consumida, mas pelos problemas que o consumo traz à vida da pessoa em termos de saúde, desempenho profissional, acadêmico ou relacionamentos sociais.
Amnésia alcoólica pode acontecer com todos
Depende! O álcool, em alguns casos mais graves de bebedeira, tem efeito sobre o hipocampo, região do cérebro responsável por fixação da memória. "Isso impede a pessoa de lembrar-se do que ela fez ou presenciou enquanto estava sob os efeitos da droga", explica Ivan Mario Braun, psiquiatra e terapeuta comportamental do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). "Não é possível prever quando vai ocorrer amnésia alcoólica, porém os casos estão relacionados à quantidade de bebida ingerida e são indício de casos mais graves de alcoolismo", diz o especialista.
Grávidas não podem beber
Verdade! São várias as doenças e problemas relacionados ao consumo de álcool durante a gravidez, principalmente no primeiro trimestre. "O álcool pode penetrar a placenta e provocar diversas complicações para o feto, como má-formação, Síndrome do Alcoolismo Fetal e etc", diz o Hepatologista Alves. No primeiro trimestre este consumo é ainda mais prejudicial, porque é quando o sistema nervoso do bebê está sendo formado.
A bebida alcóolica só é prejudicial para o fígado
Mito! O consumo de bebida alcoólica afeta o funcionamento de todo o organismo, e quando utilizada em excesso pode trazer graves danos.
O álcool ataca o coração, altera a pressão arterial, pode causar problemas psiquiátricos, danos neurológicos, estimula a obesidade, o acúmulo de gordura e diversos outros malefícios. "Além disso, existe uma doença chamada cardiopatia alcoólica, em que o coração aumenta de tamanho por causa do consumo em excesso de álcool por muito tempo, e há também a síndrome do coração festivo, que causa fibrilação arterial", explica Bruno Valdigem, doutor em cardiologia pela Universidade Federal de São Paulo.
O álcool também pode ser tóxico para o pâncreas, coração, cérebro e órgãos vitais no geral. Cada órgão precisa de uma quantidade específica de álcool para ter problemas, além da questão genética que também influencia.
É preciso beber muito para ter cirrose
Mito! As quantidades de álcool que causam problemas mudam para cada órgão e de acordo com o sexo da pessoa. "No caso do fígado, que sofre com a cirrose, os danos só ocorrem em homens que ingerem ao menos 60g de álcool por dia, enquanto para as mulheres 40g já trazem problemas", explica Alves.
De acordo com a OMS, o consumo moderado da bebida alcóolica é de 36g por dia. Isso seria equivalente a três latas de cerveja ou chope de 330ml, três taças de vinho de 100ml, ou três doses de destilado de 30ml.
Mas calma, esta frequência precisa ser repetida por entre 12 a 20 anos para a cirrose finalmente aparecer. "Durante esse período, o álcool pode causar um dano crônico ao fígado com morte celular, e isso poderá acarretar na substituição do tecido do órgão por uma fibrose, que a longo prazo causar a cirrose", finaliza Alves.
A genética também tem um papel importante nestes casos, uma vez que apenas uma em cada seis pessoas que consomem álcool em excesso desenvolvem cirrose. Outras formas de desenvolver a doença são através das infecções por hepatite b ou hepatite c, hemocromatose, Doença de Wilson, esteatose hepática, entre outras", diz Alves.
É melhor beber muito em um dia do que pouco em vários outros
Depende! O consumo de álcool, seja pouco em vários dias ou muito em um único momento, pode fazer mal. Justamente por esta razão é difícil classificar qual opção seria menos pior. "Pensando a curto prazo, beber demais em um único dia pode ser pior, uma vez que pode gerar uma lesão hepática aguda, que é bastante grave. A longo prazo, ele pode aumentar o risco de doenças", diz Valdigem.
Bebendo muito de uma única vez a pessoa também pode ter náuseas, vômito, sintomas depressivos e ou mesmo coma alcóolico. "Ao passo que beber pouco em vários dias aumenta as chances de surgirem doenças e danificar os órgãos vitais", completa Alves.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Uma busca mais precisa





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