Um estudo publicado na revista PLoS ONE constatou que bebês a partir dos 15 meses já são capazes de saber a diferença entre o certo e o errado. As informações são do jornal inglês Daily Mail.
Os bebês do estudo foram capazes de diferenciar a distribuição igual e desigual de alimentos, mostrando uma consciência precoce de justiça, segundo os cientistas.
As crianças que demonstraram um bom entendimento do que é justo e injusto também foram as que mais gostaram de compartilhar seus bens com os outros.
Jessica Sommerville, professora de psicologia da Universidade de Washington, disse que os resultados mostraram que "normas de justiça e altruísmo são mais rapidamente adquiridas do que pensávamos".
Também foi notado um elo entre a capacidade de justiça e de altruísmo. Os bebês que foram mais sensíveis à repartição justa dos alimentos também foram mais propensos a compartilhar seu brinquedo preferido.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Exame de sífilis na gravidez pode salvar milhares de bebês, diz estudo
As vidas de centenas de milhares de bebês podem ser salvas anualmente se mulheres grávidas fizerem exames de sífilis, dizem pesquisadores na Grã-Bretanha.
Pesquisadores da University College London analisaram 10 estudos prévios, que envolveram um total de 41 mil mulheres, e divulgaram suas conclusões na publicação científica Lancet Infectious Diseases.
A sífilis causa a morte de meio milhão de bebês todo ano, número que inclui natimortos e bebês que morreram pouco após o nascimento, a maioria na África subsaariana.
Os pesquisadores dizem que exames e consequentes tratamentos a base de antibióticos seriam uma forma barata e efetiva de diminuir pela metade o número de mortes.
O estudo sugere que a realização de exames acompanhados de tratamento resultou na redução de 58% dos casos de natimortos e em uma redução similar nos casos de mortes nas primeiras semanas de vida. Casos de sífilis congenital também foram reduzidos.
Custo
A sífilis é uma doença sexualmente transmissível que resulta em ferimentos e coceiras e evolui para danos mais sérios ao coração, cérebro e olhos, podendo causar a morte.
Ela pode ser passada de mãe para filho pela placenta, doença conhecida como sífilis congenital.
Calcula-se que menos de uma em cada oito mulheres faz o teste de sífilis durante a gravidez e mais de dois milhões de mulheres com a doença ficam grávidas anualmente.
Em mais de dois terços dos casos, ocorrem sérias complicações.
Outro estudo complementar publicado no Lancet calcula que o custo para a realização de testes para a sífilis é de US$ 1.44 (equivalente a cerca de R$ 2,3).
Os pesquisadores dizem ainda que se todas as mulheres grávidas que testarem positivo receberem uma única dose do antibiótico benzatina antes da 28ª semana de gravidez, não haveria mais mortes de bebês recém-nascidos causa da sífilis
Pesquisadores da University College London analisaram 10 estudos prévios, que envolveram um total de 41 mil mulheres, e divulgaram suas conclusões na publicação científica Lancet Infectious Diseases.
A sífilis causa a morte de meio milhão de bebês todo ano, número que inclui natimortos e bebês que morreram pouco após o nascimento, a maioria na África subsaariana.
Os pesquisadores dizem que exames e consequentes tratamentos a base de antibióticos seriam uma forma barata e efetiva de diminuir pela metade o número de mortes.
O estudo sugere que a realização de exames acompanhados de tratamento resultou na redução de 58% dos casos de natimortos e em uma redução similar nos casos de mortes nas primeiras semanas de vida. Casos de sífilis congenital também foram reduzidos.
Custo
A sífilis é uma doença sexualmente transmissível que resulta em ferimentos e coceiras e evolui para danos mais sérios ao coração, cérebro e olhos, podendo causar a morte.
Ela pode ser passada de mãe para filho pela placenta, doença conhecida como sífilis congenital.
Calcula-se que menos de uma em cada oito mulheres faz o teste de sífilis durante a gravidez e mais de dois milhões de mulheres com a doença ficam grávidas anualmente.
Em mais de dois terços dos casos, ocorrem sérias complicações.
Outro estudo complementar publicado no Lancet calcula que o custo para a realização de testes para a sífilis é de US$ 1.44 (equivalente a cerca de R$ 2,3).
Os pesquisadores dizem ainda que se todas as mulheres grávidas que testarem positivo receberem uma única dose do antibiótico benzatina antes da 28ª semana de gravidez, não haveria mais mortes de bebês recém-nascidos causa da sífilis
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Remédio para combater o tabagismo pode levar a atos agressivos
vigilância pós-venda da vareniclina, medicamento para cessação do tabagismo (Champix), revela atos perturbadores de agressão e violência em relação aos outros. A Food and Drug Administration registrou 78 relatos desse evento adverso, enquanto outros são relatados na literatura. Os pesquisadores de um estudo no Annals of Pharmacotherapy dizem que há uma clara relação temporal entre uso do medicamento e atos agressivos subsequentes, bem como ausência de história prévia de tal comportamento, tornando imperativo que os pacientes sejam alertados antes de tomar o medicamento
domingo, 10 de outubro de 2010
Palestra sobre Saúde da Mulher
O Ginecologista e Obstetra Dr.Guilherme Carvalho, ministrou palestra sobre a Saúde da mulher durante a VI Expovale que aconteceu em Sousa no dia 08/10/10. Diversos assuntos foram discutidos entre eles o câncer de Utero, mama e as diversas maneiras de prevenção...
Mais de 100 pessoas participaram do evento.
Mais de 100 pessoas participaram do evento.quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Sousa sediará o II Congresso Paraibano de Atualização em Saúde da Mulher
De 15 a 17 de outubro de 2010 a cidade de Sousa sediará o II Congresso Paraibano de Atualização em Saúde da Mulher, sob a Coordenação Geral de Dr. Guilherme Carvalho.Durante esses três dias palestrantes de renome nacional (SP,PE,RN,RJ,CE,PB e MG) abordarão e debaterão em suas palestras, conferências, sessões interativas e minicursos temas sobre a qualidade de vida da “Saúde da Mulher.

O evento tem como público alvo profissionais e estudantes de medicina, enfermagem, fisioterapia, farmácia, nutrição, serviço social, psicologia e pessoas da sociedade que se interessam pelo tema.As inscrições já se encontram abertas e as vagas são limitadas.
Outras informações poderão ser adquiridas: com Dr. Guilherme Carvalho, telefone (83) 8825-3768; com Dinarte Fernandes (83) 9444—0831 ou Marly Neves (083) 9128-4792 ou pelos e-mail congressossaudedamulher@hotmail.com ou dmeventoseconsultoria@hotmail.com e na recepção do Hospital Santa Terezinha.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Especialistas dão dicas para as mulheres chegarem ao clímax

A principal reclamação sexual das mulheres é não chegar ao orgasmo. De 30 a 40% das brasileiras dizem nunca ter sentido um, segundo pesquisas. De acordo com Gerson Lopes, presidente da Comissão Nacional de Sexologia da Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), a explicação para a alta taxa de anorgasmia pode ser pelo fato da masturbação ser vista como um ato masculino no país. Nos EUA, este número não passa dos 10%.
Entretanto, o médico destaca que esta é a principal queixa de mulheres jovens, até 35 anos. Acima dessa faixa etária, a queima mais comum é a de falta de desejo.
Para Deva Nishok, do Centro Metamorfose, que desenvolveu uma técnica de massagem baseada no sexo tântrico, muitas mulheres têm problemas funcionais por causa da musculatura hipotônica da vagina. “Tanto a vagina quanto o clitóris são músculos e precisam ser tonificados. Quanto maior o tônus, maior a sensibilidade”, diz.
Ele lembra que o tônus está associado a substâncias como o sódio e o potássio, que são veiculadoras de eletricidade pelo corpo. “Com pouco tônus a sensibilidade torna-se suscetibilidade e aí há um declínio na sensação de prazer”, afirma Nishok.
Os exercícios de Kegel são muito utilizados para fortalecer a vagina. Um deles é contrair os músculos pélvicos por 10 segundos e depois relaxá-los. Repetir isto 10 vezes, três vezes ao dia. Outro é tentar parar o fluxo da urina, repetindo várias vezes sem contrair os músculos abdominais, da coxa ou os músculos das nádegas enquanto realizar o exercício. É possível ainda introduzir um dedo na vagina ou inserir um cone com peso e tentar segurá-los.
Além disso, Deva Manisha, outra terapeuta do centro que oferece massagens para mulheres chegarem ao orgasmo, ensina que você deve estimular a lateral do clitóris e a parte que fica acima dele, perto da junção dos lábios. Os pequenos lábios também têm grande sensibilidade e possuem glândulas responsáveis pela lubrificação vaginal.
Outra dica de Nishok é pegar no clitóris como se fosse o pênis do homem, com as pontas dos dedos e puxá-lo para fora. “As mulheres costumam empurrar o clitóris, mas ele é mais estimulado se for alongado. E com bastante pressão, para alongar em direção à glande clitoriana, exatamente como se estivesse masturbando um pênis”. Quando você alonga o clitóris ele fica maior, mais volumoso, com maior aporte de sangue e por isso aumenta a sensibilidade.
O vibrador, segundo o terapeuta, é parte fundamental para tonificar o clitóris. “Como na musculação normal você não alonga e depois tonifica? Aqui é a mesma coisa, depois de alongar com os dedos, use o vibrador com bastante pressão no clitóris para fortalecê-lo”, explica Nishok. E não adiantam 5 minutos, assim como na malhação, é preciso tempo para o músculo se desenvolver.
E o ponto G?
A discussão sobre a existência do ponto G é longa e não há uma conclusão. Lopes acredita que ele não existe e que o famoso orgasmo vaginal seja apenas uma extensão do estímulo clitoriano. Já Nishok defende a estimulação do ponto que ficaria na parte inferior do osso púbico e poderia se desdobrar para a direita, para a esquerda ou para o topo, dependendo da anatomia da mulher. Porém, ele concorda que existem ramificações nervosas que integram os dois pontos.
“Cerca de 80% das mulheres têm orgasmo com estímulo direto no clitóris, só 20% dizem que atinge esse prazer durante o sexo. Nestes casos, na maioria das vezes a mulher está sentada sobre o parceiro, então há um estímulo indireto do clitóris, com o dorso do pênis ou com o púbis”, explica o sexólogo. Já na posição papai e mamãe, o movimento mexeria com os pequenos lábios da vagina, que levariam ondas para o clitóris.
O orgasmo é caracterizado por duas sensações: a contratura da vagina e de vários músculos do corpo e a lubrificação aumentada. O excesso de lubrificação pode gerar a chamada ejaculação feminina. Lopes diz que raríssimas mulheres conseguem ejacular. “Havia duvida se não era urina que era expelida durante o sexo, mas é um resquício de próstata que solta em jato secreções em bastante quantidade”.
“No Brasil, a mulher associa orgasmo ao prazer, mas não são sinônimos. O orgasmo é uma das formas do prazer. Existem outros prazeres dos olhares, dos sentires. Não é bom ficar só em busca desse prazer. O orgasmo dura de 6 a 15 segundos, cada um tem que buscar o seu prazer”, conclui Lopes.
A seguir, os especialistas contam alguns truques para você colocar em prática:
A primeira dica é: libere sua mente.
Entretanto, o médico destaca que esta é a principal queixa de mulheres jovens, até 35 anos. Acima dessa faixa etária, a queima mais comum é a de falta de desejo.
Para Deva Nishok, do Centro Metamorfose, que desenvolveu uma técnica de massagem baseada no sexo tântrico, muitas mulheres têm problemas funcionais por causa da musculatura hipotônica da vagina. “Tanto a vagina quanto o clitóris são músculos e precisam ser tonificados. Quanto maior o tônus, maior a sensibilidade”, diz.
Ele lembra que o tônus está associado a substâncias como o sódio e o potássio, que são veiculadoras de eletricidade pelo corpo. “Com pouco tônus a sensibilidade torna-se suscetibilidade e aí há um declínio na sensação de prazer”, afirma Nishok.
Os exercícios de Kegel são muito utilizados para fortalecer a vagina. Um deles é contrair os músculos pélvicos por 10 segundos e depois relaxá-los. Repetir isto 10 vezes, três vezes ao dia. Outro é tentar parar o fluxo da urina, repetindo várias vezes sem contrair os músculos abdominais, da coxa ou os músculos das nádegas enquanto realizar o exercício. É possível ainda introduzir um dedo na vagina ou inserir um cone com peso e tentar segurá-los.
Além disso, Deva Manisha, outra terapeuta do centro que oferece massagens para mulheres chegarem ao orgasmo, ensina que você deve estimular a lateral do clitóris e a parte que fica acima dele, perto da junção dos lábios. Os pequenos lábios também têm grande sensibilidade e possuem glândulas responsáveis pela lubrificação vaginal.
Outra dica de Nishok é pegar no clitóris como se fosse o pênis do homem, com as pontas dos dedos e puxá-lo para fora. “As mulheres costumam empurrar o clitóris, mas ele é mais estimulado se for alongado. E com bastante pressão, para alongar em direção à glande clitoriana, exatamente como se estivesse masturbando um pênis”. Quando você alonga o clitóris ele fica maior, mais volumoso, com maior aporte de sangue e por isso aumenta a sensibilidade.
O vibrador, segundo o terapeuta, é parte fundamental para tonificar o clitóris. “Como na musculação normal você não alonga e depois tonifica? Aqui é a mesma coisa, depois de alongar com os dedos, use o vibrador com bastante pressão no clitóris para fortalecê-lo”, explica Nishok. E não adiantam 5 minutos, assim como na malhação, é preciso tempo para o músculo se desenvolver.
E o ponto G?
A discussão sobre a existência do ponto G é longa e não há uma conclusão. Lopes acredita que ele não existe e que o famoso orgasmo vaginal seja apenas uma extensão do estímulo clitoriano. Já Nishok defende a estimulação do ponto que ficaria na parte inferior do osso púbico e poderia se desdobrar para a direita, para a esquerda ou para o topo, dependendo da anatomia da mulher. Porém, ele concorda que existem ramificações nervosas que integram os dois pontos.
“Cerca de 80% das mulheres têm orgasmo com estímulo direto no clitóris, só 20% dizem que atinge esse prazer durante o sexo. Nestes casos, na maioria das vezes a mulher está sentada sobre o parceiro, então há um estímulo indireto do clitóris, com o dorso do pênis ou com o púbis”, explica o sexólogo. Já na posição papai e mamãe, o movimento mexeria com os pequenos lábios da vagina, que levariam ondas para o clitóris.
O orgasmo é caracterizado por duas sensações: a contratura da vagina e de vários músculos do corpo e a lubrificação aumentada. O excesso de lubrificação pode gerar a chamada ejaculação feminina. Lopes diz que raríssimas mulheres conseguem ejacular. “Havia duvida se não era urina que era expelida durante o sexo, mas é um resquício de próstata que solta em jato secreções em bastante quantidade”.
“No Brasil, a mulher associa orgasmo ao prazer, mas não são sinônimos. O orgasmo é uma das formas do prazer. Existem outros prazeres dos olhares, dos sentires. Não é bom ficar só em busca desse prazer. O orgasmo dura de 6 a 15 segundos, cada um tem que buscar o seu prazer”, conclui Lopes.
A seguir, os especialistas contam alguns truques para você colocar em prática:
A primeira dica é: libere sua mente.
A cabeça tem papel fundamental, então nada de ficar pensando em problemas, ficar com vergonha ou tentar controlar as reações de seu corpo. “O passo mais difícil, para mim, foi libertar minha mente para não tentar entender o que estava acontecendo no meu corpo, o segredo é se deixar sentir sem tentar racionalizar o que está sentindo. Aí é possível ir para outro nível de prazer”, explica Manisha.
Nada de ficar pensando se vai gozar ou não. Segundo o sexólogo, a orgasmocracia, ou seja, a pressão para ter orgasmo é o que mais impede a mulher de ter o prazer. “Quando você está preocupada com algo seu cérebro libera adrenalina. Aí não existe estímulo que faça ocorrer o orgasmo porque a adrenalina fecha as artérias”.
Conheça seu corpo e os pontos que dão prazer antes de buscar isso com o parceiro. Não se preocupe com a estética, resgate uma leitura visual e tátil. “Muitas mulheres querem ter orgasmo com o parceiro, mas é mais fácil aprender sozinha. Como você vai fazer com o outro quando você nem sabe com você como fazer?”, pergunta Lopes.
Segundo Lopes, não vale buscar a excitação roçando sobre o lençol ou as pernas porque isto gera um condicionamento e depois fica difícil chegar ao orgasmo de outra maneira.
A dois, é importante caprichar nas preliminares e nos beijos. “A saliva tem feromônio humano, assim como o suor, o que estimula a sexualidade”, diz Nishok.
“O clitóris tem muitas terminações nervosas, é a parte mais sensível do corpo da mulher. Por isso não é indicado estimulá-lo logo de cara. Colocar a mão nele muito cedo pode causar desconforto na mulher. É preciso que ela esteja excitada para que seja prazeroso”, conta o médico. Ele lembra ainda que durante o orgasmo ele se retrai e não se deve ficar procurando, isto pode até gerar dor na mulher.
Os pequenos lábios são muito importantes para a lubrificação da mulher, eles devem ser estimulados com a polpa digital do indicador. “Devagarinho, sem pressa...”, ressalta Nishok.
Na hora do sexo oral, alguns homens costumam lamber o clitóris, mas a dica é sugá-lo com pressão, enquanto a língua circula, molhada, de um lado pro outro.
Leve brinquedos e vibradores para a cama. O motivo é muito simples: “Quando você se masturba seus braços não doem? Não se cansam? O tempo de masturbação não é suficiente para tonificar a musculatura do clitóris simplesmente porque os músculos do braço não aguentam”, brinca Nishok. Já o vibrador só cansa quando a pilha acabar.
Escolha bem o vibrador que vai levar para a cama. Nishok dá a dica: “o vibrador tem que ser de boa qualidade senão não serve nem para fazer coceguinhas. Com ele em mãos, passe na base do clitóris, dos dois lados dele, várias vezes e com pressão”.
Use e abuse de géis. Quentes, gelados, com sabor. Eles ajudam a lubrificar e a deixar a pele mais sensível aos estímulos
Não esqueça o corpo inteiro da mulher e fique só focado no clitóris e vagina. Seios - Lopes conta que certas mulheres têm orgasmos só com estimulação nas mamas - e o períneo (o espaço entre o ânus e a vagina) também são altamente sensíveis
O orgasmo é uma reação reflexa e varia em cada mulher. Então, nada de ficar frustrada se não consegue com penetração e só com masturbação. O sexo é o conjunto e não só a penetração. Isto é importante também para os homens, que podem procurar outras maneiras de proporcionar prazer à mulher.
Nada de ficar pensando se vai gozar ou não. Segundo o sexólogo, a orgasmocracia, ou seja, a pressão para ter orgasmo é o que mais impede a mulher de ter o prazer. “Quando você está preocupada com algo seu cérebro libera adrenalina. Aí não existe estímulo que faça ocorrer o orgasmo porque a adrenalina fecha as artérias”.
Conheça seu corpo e os pontos que dão prazer antes de buscar isso com o parceiro. Não se preocupe com a estética, resgate uma leitura visual e tátil. “Muitas mulheres querem ter orgasmo com o parceiro, mas é mais fácil aprender sozinha. Como você vai fazer com o outro quando você nem sabe com você como fazer?”, pergunta Lopes.
Segundo Lopes, não vale buscar a excitação roçando sobre o lençol ou as pernas porque isto gera um condicionamento e depois fica difícil chegar ao orgasmo de outra maneira.
A dois, é importante caprichar nas preliminares e nos beijos. “A saliva tem feromônio humano, assim como o suor, o que estimula a sexualidade”, diz Nishok.
“O clitóris tem muitas terminações nervosas, é a parte mais sensível do corpo da mulher. Por isso não é indicado estimulá-lo logo de cara. Colocar a mão nele muito cedo pode causar desconforto na mulher. É preciso que ela esteja excitada para que seja prazeroso”, conta o médico. Ele lembra ainda que durante o orgasmo ele se retrai e não se deve ficar procurando, isto pode até gerar dor na mulher.
Os pequenos lábios são muito importantes para a lubrificação da mulher, eles devem ser estimulados com a polpa digital do indicador. “Devagarinho, sem pressa...”, ressalta Nishok.
Na hora do sexo oral, alguns homens costumam lamber o clitóris, mas a dica é sugá-lo com pressão, enquanto a língua circula, molhada, de um lado pro outro.
Leve brinquedos e vibradores para a cama. O motivo é muito simples: “Quando você se masturba seus braços não doem? Não se cansam? O tempo de masturbação não é suficiente para tonificar a musculatura do clitóris simplesmente porque os músculos do braço não aguentam”, brinca Nishok. Já o vibrador só cansa quando a pilha acabar.
Escolha bem o vibrador que vai levar para a cama. Nishok dá a dica: “o vibrador tem que ser de boa qualidade senão não serve nem para fazer coceguinhas. Com ele em mãos, passe na base do clitóris, dos dois lados dele, várias vezes e com pressão”.
Use e abuse de géis. Quentes, gelados, com sabor. Eles ajudam a lubrificar e a deixar a pele mais sensível aos estímulos
Não esqueça o corpo inteiro da mulher e fique só focado no clitóris e vagina. Seios - Lopes conta que certas mulheres têm orgasmos só com estimulação nas mamas - e o períneo (o espaço entre o ânus e a vagina) também são altamente sensíveis
O orgasmo é uma reação reflexa e varia em cada mulher. Então, nada de ficar frustrada se não consegue com penetração e só com masturbação. O sexo é o conjunto e não só a penetração. Isto é importante também para os homens, que podem procurar outras maneiras de proporcionar prazer à mulher.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Remédio para tratar espinhas pode curar câncer de pele

O câncer de pele não-melanoma é o mais frequente no Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), são estimados 113.850 novos casos para 2010. A boa notícia é que um estudo australiano acredita que um composto natural ofereça esperança de tratamento rápido, barato e eficaz para a doença: o óleo de melaleuca ou óleo da árvore do chá, extraído da espécie nativa do país, comumente aplicado em espinhas e picadas de inseto.
A equipe da University of Western Australia testou o produto em camundongos. O resultado foi encolhimento do câncer em apenas um dia e sua eliminação em três.
Ao contrário de outros métodos de tratamento, que podem causar náuseas, por exemplo, o óleo de melaleuca produziria somente uma leve irritação na pele. A líder da pesquisa,Sara Greay, disse ao jornal inglês Daily Mail que espera encontrar financiamento para um ensaio clínico pequeno, com cerca de 50 pessoas com lesões pré-cancerosas, com o objetivo de prevenir o desenvolvimento da patologia. A publicação online Cancer Chemotherapy Pharmacology divulgou as constatações do trabalho de três anos.
Vale acrescentar que, entre os tumores de pele, o tipo não-melanoma é o de maior incidência e mais baixa mortalidade. Os sintomas listados pelo Inca são feridas na pele cuja cicatrização demore mais de quatro semanas, variação na cor de sinais pré-existentes, manchas que coçam, ardem, descamam ou sangram. Para se prevenir, o instituto recomenda evitar exposição ao sol das 10h às 16h e aplicar na pele produtos com filtros solares com fator de proteção 15 ou mais, além de usar chapéus e óculos escuros.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Massagem melhora o sono e o sistema gastrointestinal do bebê
Tudo começou nos anos 70, quando o francês Frederick Leboyer descobriu uma jovem mãe paralítica, na Índia, massageando seu bebê com o que seria uma técnica milenar. O nome da mulher era Shantala, nome escolhido pelo médico para divulgar o método no Ocidente.Hoje, a Shantala atrai mulheres no mundo todo, interessadas em aplicar os benefícios comprovados da massagem em seus filhotes. "A técnica fortalece o vínculo afetivo entre a mãe e o bebê, além de promover o relaxamento, melhorar o padrão de sono e até o sistema grastrointestinal da criança", garante a enfermeira Maria das Graças Barreto, que ensina a prática na Universidade Federal de São Paulo, em São Paulo.
Segundo ela, há estudos que mostram que a massagem acelera o ganho de peso dos bebês prematuros em ambiente hospitalar, uma prova do quanto o contato é importante para a saúde da criança.
Em geral, são as mulheres que procuram o curso, embora a técnica também possa ser empregada pelos pais. "O importante é que seja criado um ritual, ou seja, a massagem deve ser feita todos os dias, no mesmo horário", recomenda a enfermeira. Se o bebê não estiver com vontade, no entanto, o conselho é obedecer e tentar mais tarde. "Tem que ser uma relação de respeito; aos poucos, até a comunicação com a criança melhora", conta.
Em uma sessão de fotos para o UOL Ciência e Saúde, uma das alunas da enfermeira, Jessica Aparecida Brito Prado, mostra os movimentos da Shantala aplicados ao seu filho Ryan, de 3 meses.
Antes de aprender a técnica, escolha um ambiente tranquilo, com luz suave, e aquecido de forma confortável. Pode-se colocar uma música relaxante para completar o clima. Antes de começar a manipular o bebê, vale aquecer a mão com água morna, para aumentar o conforto no primeiro toque. E, para facilitar o deslizar sobre a pele, utilize um pouco de óleo vegetal (exceto quando a massagem for no rosto).
domingo, 21 de março de 2010
Mais de 85% das pessoas com apneia do sono não sabem que têm a doença
Você acorda com a sensação de que não dormiu nada, mesmo após oito horas na cama, como manda o figurino? É possível que você não respire bem à noite, e nem perceba. Neste Dia Mundial do Sono (19), especialistas alertam para uma estimativa preocupante: de 85% a 90% das pessoas que sofrem da síndrome da apneia obstrutiva do sono não sabem que têm a doença. E o pior: cada vez mais estudos mostram que ela aumenta o risco de diabetes, hipertensão, derrame e infarto.
A síndrome é caracterizada por pausas repetidas na respiração durante a noite. Isso acontece porque as vias aéreas são obstruídas pelos tecidos da região da garganta. A obesidade e o consequente acúmulo de gordura no pescoço aumentam a predisposição ao problema, mas há outros fatores de risco, como aumento das amídalas e das adenoides e consumo de bebidas alcoólicas.
Como resultado, o ar não consegue chegar até os pulmões, os níveis de dióxido de carbono no sangue aumentam e o sono é interrompido, mesmo sem a pessoa perceber. Muitas vezes, quem nota é o parceiro, que ouve a irregularidade no ronco, ou o som da inspiração mais forte após a pausa sem respirar. Mas nem todos os roncadores sofrem de apneia, é importante esclarecer
Os sintomas mais comuns da apneia do sono são:
- sonolência diurna excessiva (em alguns casos, a pessoa chega a adormecer no trânsito ou quando está em uma reunião de trabalho)
- sono agitado e sem descanso (a pessoa acorda diversas vezes durante a noite e os despertares costumam ser acompanhados por movimentos do corpo)
- ronco alto e interrompido, pausas na respiração, tosse e engasgo durante o sono
- depressão e redução de libido (a falta de sono interfere na produção e no aproveitamento de alguns hormônios)
- esquecimento e falta de concentração (é durante o sono que o cérebro consolida a memória)
- irritabilidade
- cefaleia matinal
A relação da apneia com outras doenças pode ser explicada de várias formas. “Um dos aspectos é que, quando a pessoa dorme mal, seu sistema nervoso fica hiperestimulado, lança mais adrenalina e isso provoca o aumento da pressão”, descreve o cardiologista Rodrigo Pedrosa, do Instituto do Coração (Incor). Estudos mostram que 60% das vítimas de AVC (derrame) têm apneia do sono, o que dá uma ideia das consequências nefastas do problema para o organismo
A síndrome é caracterizada por pausas repetidas na respiração durante a noite. Isso acontece porque as vias aéreas são obstruídas pelos tecidos da região da garganta. A obesidade e o consequente acúmulo de gordura no pescoço aumentam a predisposição ao problema, mas há outros fatores de risco, como aumento das amídalas e das adenoides e consumo de bebidas alcoólicas.
Como resultado, o ar não consegue chegar até os pulmões, os níveis de dióxido de carbono no sangue aumentam e o sono é interrompido, mesmo sem a pessoa perceber. Muitas vezes, quem nota é o parceiro, que ouve a irregularidade no ronco, ou o som da inspiração mais forte após a pausa sem respirar. Mas nem todos os roncadores sofrem de apneia, é importante esclarecer
Os sintomas mais comuns da apneia do sono são:
- sonolência diurna excessiva (em alguns casos, a pessoa chega a adormecer no trânsito ou quando está em uma reunião de trabalho)
- sono agitado e sem descanso (a pessoa acorda diversas vezes durante a noite e os despertares costumam ser acompanhados por movimentos do corpo)
- ronco alto e interrompido, pausas na respiração, tosse e engasgo durante o sono
- depressão e redução de libido (a falta de sono interfere na produção e no aproveitamento de alguns hormônios)
- esquecimento e falta de concentração (é durante o sono que o cérebro consolida a memória)
- irritabilidade
- cefaleia matinal
A relação da apneia com outras doenças pode ser explicada de várias formas. “Um dos aspectos é que, quando a pessoa dorme mal, seu sistema nervoso fica hiperestimulado, lança mais adrenalina e isso provoca o aumento da pressão”, descreve o cardiologista Rodrigo Pedrosa, do Instituto do Coração (Incor). Estudos mostram que 60% das vítimas de AVC (derrame) têm apneia do sono, o que dá uma ideia das consequências nefastas do problema para o organismo
Tratamento
A forma de tratar a apneia varia conforme a gravidade do caso. Perder peso, deixar de dormir com a barriga para cima e evitar o álcool ajudam bastante, mas nem sempre as medidas são suficientes. Para certos pacientes, a indicação é de um aparelho oral, feito pelo dentista, que posiciona melhor a mandíbula e a língua durante o sono. A cirurgia também pode ser necessária, mas tem sido cada vez menos indicada por seu caráter invasivo e resultados nem sempre satisfatórios. Já os casos mais graves exigem o uso de máscaras, chamadas de CPAPs, que emitem uma corrente de ar contínua.
Até começar a trabalhar para um fabricante de equipamentos para apneia, o analista de sistemas Marco Rossi nem desconfiava que tinha o problema. Quando leu sobre o assunto, viu que os sintomas eram conhecidos e decidiu fazer um exame de polissonografia. O resultado assustou: ele chegava a ter 48 pausas por hora e, em alguns momentos, ficava até 30 segundos sem respirar.
A ideia de dormir com uma máscara pode ser aterrorizante, mas Rossi garante que em poucos dias o usuário nem se dá conta de que está usando. Ele conta que sentiu muito incômodo no início, mas logo se adaptou. Depois de dez dias ele já se recusava a ficar sem o aparelho, mesmo ao viajar, porque o impacto na qualidade de vida era marcante: “A sonolência e a irritabilidade sumiram, o rendimento no trabalho aumentou e até a convivência com a minha a mulher ficou melhor”, comemora.
Quem desconfia de apneia deve procurar um pneumologista, ou, de preferência, um especialista em medicina de sono. Geraldo Lorenzi Filho, do Laboratório do Sono do Incor, explica que a área ainda é recente no país, por isso muitos clínicos não têm informação e o problema é subdiagnosticado. “Médico tem dificuldade de aprender o que ele não viu na faculdade”, brinca.
Outra questão delicada é que, mesmo após a publicação de inúmeros estudos que comprovam os riscos de não se tratar a apneia, o Sistema Único de Saúde (SUS) e os convênios médicos continuam sem custear as máscaras. Ou seja: além de ouvir do médico que terão de dormir com o apetrecho, os pacientes precisam pagar de R$ 1.200 a R$ 4.000 pelo equipamento, ou alugá-lo.
A ideia de dormir com uma máscara pode ser aterrorizante, mas Rossi garante que em poucos dias o usuário nem se dá conta de que está usando. Ele conta que sentiu muito incômodo no início, mas logo se adaptou. Depois de dez dias ele já se recusava a ficar sem o aparelho, mesmo ao viajar, porque o impacto na qualidade de vida era marcante: “A sonolência e a irritabilidade sumiram, o rendimento no trabalho aumentou e até a convivência com a minha a mulher ficou melhor”, comemora.
Quem desconfia de apneia deve procurar um pneumologista, ou, de preferência, um especialista em medicina de sono. Geraldo Lorenzi Filho, do Laboratório do Sono do Incor, explica que a área ainda é recente no país, por isso muitos clínicos não têm informação e o problema é subdiagnosticado. “Médico tem dificuldade de aprender o que ele não viu na faculdade”, brinca.
Outra questão delicada é que, mesmo após a publicação de inúmeros estudos que comprovam os riscos de não se tratar a apneia, o Sistema Único de Saúde (SUS) e os convênios médicos continuam sem custear as máscaras. Ou seja: além de ouvir do médico que terão de dormir com o apetrecho, os pacientes precisam pagar de R$ 1.200 a R$ 4.000 pelo equipamento, ou alugá-lo.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Cientistas dizem estar perto de criar "tradutor" de choro de bebês
Um grupo de cientistas japoneses desenvolveram um programa de computador capaz de analisar o choro dos bebês. Por enquanto, o sistema consegue diferenciar o choro decorrente de alguma dor dos demais tipos.Os pesquisadores acreditam que, em breve, o tradutor do choro dos bebês poderá dizer aos pais se seus filhos então com sono, fome, precisando trocar de fralda ou com dor.
Nos resultados divulgados na mais recente edição do International Journal of Biometrics, os japoneses afirmam que conseguiram um índice de 100% de acerto em seus testes para diferenciar quando o bebê chora porque está com dor de quando chora por outras razões.
Para conseguir isso, o sistema desenvolvido analisa a frequência e a potência do choro para classificá-lo.
Apesar de estarem usando uma grande estrutura de computadores para realizar a análise, os cientistas acreditam que a técnica poderá ser implantada em monitores portáteis ou até mesmo aparelhos de celular.
A empresa te tecnologia espanhola Biloop já havia lançado em novembro do ano passado um ("Tradutor de choro", em inglês). Segundo a empresa, os testes teriam comprovado que o programa acerta 96% das vezes, mas nem todos os consumidores concordaram.
Tomomasa Nagashima, professor do Instituto de Tecnologia Muroran, em Hokkaido, no Japão, e um dos líderes do projeto, diz que a tentativa de ajudar os pais a interpretar o choros dos bebês realmente não é nova, mas que os monitores do futuro poderão traduzir o choro dos bebês para que os pais saibam o que significa com absoluta certeza
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Seu filho ainda não fala? Saiba se é o caso de se preocupar

Se o desenvolvimento e a audição da criança estão bem, uma questão é considerar o ambiente. Alguém conversa com o bebê?
Não há nada simples na fala, nem no atraso da fala – a começar pelo desafio de seu diagnóstico.
Todo pediatra conhece a frustração de tentar qualificar habilidades da fala e da linguagem de uma criancinha que chora. Quantas palavras ele consegue dizer? Ela consegue colocar duas ou mais palavras juntas numa frase? Outras pessoas, que não você, conseguem entendê-lo quando ele fala? Perguntas como essas, feitas aos pais, são os parâmetros rápidos e crus que muitas vezes usamos.
Crua ou não, a avaliação é crucial: quanto mais cedo ela é feita, mais cedo a criança com atraso na fala pode receber ajuda. Quanto mais cedo a ajuda, melhores as perspectivas.
“O médico que entende o atraso na fala entende o desenvolvimento infantil”, afirmou Dr. James Coplan, pediatra de desenvolvimento neural em Rosemont, Pensilvânia, que criou um método para medir a linguagem da criança, do nascimento até os 3 anos.
“As crianças no primeiro ano entendem grande parte do que ouvem ao seu redor”, disse Diane R. Paul, diretora do grupo de questões clínicas em patologia da linguagem e da fala. Crianças de um ano, ela continuou, “começam a usar palavras soltas, seguir orientações simples, apontar para partes do corpo e ouvir histórias simples”. Com cerca de 2 anos, elas começam a unir palavras; aos 3, elas devem usar frases de, no mínimo, três palavras.
As primeiras expressões podem ser simples, mas o que as produz é muito complexo. Quando uma criança não alcança esses marcos, pode haver várias razões. Coplan, que também é autor do livro “Making Sense of Autistic Spectrum Disorders” (Random House, 2010), afirma observar o atraso na fala num contexto bastante amplo, da cognição à comunicação. Será que é um problema puramente relacionado com a fala e a linguagem, ou há um atraso mais amplo? Será que algo deu errado nas relações sociais da criança?
A primeira coisa é perguntar se a criança pode ouvir. Hoje, todos os recém-nascidos têm sua audição examinada antes de deixar a maternidade, mas exames posteriores podem captar perdas de audição progressivas ou adquiridas.
Próxima pergunta: e o resto do desenvolvimento da criança? O atraso na fala e na linguagem pode ser uma forma como pais e pediatras notam pela primeira vez um atraso mais amplo no desenvolvimento.
“Você pode observar atrasos na linguagem receptiva, no uso de habilidades visuais, como apontar, habilidades de adaptação, como usar uma colher ou um lápis de cera”, disse Coplan. “Uma criança de 1 ano e meio que não segue comandos, que não usa uma colher para cavar, isso é um atraso mais amplo”.
Questões de fala e linguagem também podem ser indícios precoces de transtornos de neurodesenvolvimento, incluindo as várias formas de autismo. Nem todas as crianças com autismo têm fala atrasada, embora muitas vezes elas não usem suas palavras para se comunicar; uma criança assim pode ter memorizado o alfabeto, disse Coplan, sem nunca der aprendido a dizer “mamãe e papai”.
Se o desenvolvimento e a audição da criança estão bem, uma questão é considerar o ambiente. Alguém conversa com o bebê? Algo está atrapalhando – talvez um lar excepcionalmente caótico, talvez um pai depressivo? O desenvolvimento da linguagem e da fala exige estímulo.
Pediatras foram culpados no passado por serem lentos na realização de diagnóstico de atraso na fala, mas os tempos são outros; Coplan reconheceu a defesa dos pais e programas federais de intervenção precoce, que fazem com que crianças com menos de 3 anos possam receber uma avaliação gratuita.
“Acho que os médicos, agora que têm um lugar aonde mandar as crianças, estão muito mais propensos a fazê-los, em vez de dizer: ‘Vamos aguardar para ver’”, disse ele. “Não encontro as histórias de terror que ouvia 20, 30 anos atrás, quando os pais diziam: ‘Passamos por cima das objeções do nosso médico’”.
Ainda assim, como pediatra, nem sempre gerenciei bem os pais. Uma vez cuidei de um menino com quem me preocupava. Na sala de exames, ele parecia não ter habilidades normais de comunicação; cada vez mais eu tinha certeza que ele tinha algum grau de autismo.
Achei que ele não estava aprendendo palavras, mas temia muito mais porque, até onde eu sabia, ele não fazia contato visual, nunca respondia de forma clara a qualquer coisa que seus pais diziam ou faziam, porque parecia desconectado de alguma forma.
Os pais do menino desprezaram minhas preocupações e se recusaram a consultar outro médico indicado. Quando ele estava em casa com a avó, insistiam os pais, o menino conseguia se comunicar perfeitamente. Ele não precisava de ajuda.
Nesse caso, fiz o diagnóstico certo, mas minhas próprias habilidades de comunicação não foram suficientes.
Houve também o caso em que garanti aos pais: sua filha pode não falar tanto quanto a irmã quando tinha essa idade, mas ela diz muito mais que o mínimo para uma criança de 2 anos, ela entende tudo que vocês dizem e consegue obedecer a comandos complexos. Vamos aguardar para ver, vamos dar um tempo. Será que acertei dessa vez?
Os pediatras são sempre lembrados a ficarem atentos a atrasos na fala e na linguagem – não dar de ombros e simplesmente dizer que os meninos começam a falar depois das meninas, ou que irmãos mais novos começam a falar mais tarde em relação aos mais velhos. Esses fatores podem contribuir para uma variação normal, mas eles não deveriam ser usados para explicar o motivo pelo qual uma criança não alcança os marcos essenciais.
Como todo pediatra sabe, os verdadeiros especialistas nessa história são os patologistas de fala e linguagem.
Paul deu dicas genéricas a pais que querem melhorar as habilidades de comunicação de seus filhos: “Fale com sua criança sobre o que elas estão focadas. Leia para seu filho com frequência. Se eles são de uma família bilíngue, fale e leia para a criança na língua com a qual você se sente mais confortável. Fale claramente e de forma natural, use palavras reais. Mostre empolgação quando a criança fala”.
E ouça o que a criança tem a dizer
Não há nada simples na fala, nem no atraso da fala – a começar pelo desafio de seu diagnóstico.
Todo pediatra conhece a frustração de tentar qualificar habilidades da fala e da linguagem de uma criancinha que chora. Quantas palavras ele consegue dizer? Ela consegue colocar duas ou mais palavras juntas numa frase? Outras pessoas, que não você, conseguem entendê-lo quando ele fala? Perguntas como essas, feitas aos pais, são os parâmetros rápidos e crus que muitas vezes usamos.
Crua ou não, a avaliação é crucial: quanto mais cedo ela é feita, mais cedo a criança com atraso na fala pode receber ajuda. Quanto mais cedo a ajuda, melhores as perspectivas.
“O médico que entende o atraso na fala entende o desenvolvimento infantil”, afirmou Dr. James Coplan, pediatra de desenvolvimento neural em Rosemont, Pensilvânia, que criou um método para medir a linguagem da criança, do nascimento até os 3 anos.
“As crianças no primeiro ano entendem grande parte do que ouvem ao seu redor”, disse Diane R. Paul, diretora do grupo de questões clínicas em patologia da linguagem e da fala. Crianças de um ano, ela continuou, “começam a usar palavras soltas, seguir orientações simples, apontar para partes do corpo e ouvir histórias simples”. Com cerca de 2 anos, elas começam a unir palavras; aos 3, elas devem usar frases de, no mínimo, três palavras.
As primeiras expressões podem ser simples, mas o que as produz é muito complexo. Quando uma criança não alcança esses marcos, pode haver várias razões. Coplan, que também é autor do livro “Making Sense of Autistic Spectrum Disorders” (Random House, 2010), afirma observar o atraso na fala num contexto bastante amplo, da cognição à comunicação. Será que é um problema puramente relacionado com a fala e a linguagem, ou há um atraso mais amplo? Será que algo deu errado nas relações sociais da criança?
A primeira coisa é perguntar se a criança pode ouvir. Hoje, todos os recém-nascidos têm sua audição examinada antes de deixar a maternidade, mas exames posteriores podem captar perdas de audição progressivas ou adquiridas.
Próxima pergunta: e o resto do desenvolvimento da criança? O atraso na fala e na linguagem pode ser uma forma como pais e pediatras notam pela primeira vez um atraso mais amplo no desenvolvimento.
“Você pode observar atrasos na linguagem receptiva, no uso de habilidades visuais, como apontar, habilidades de adaptação, como usar uma colher ou um lápis de cera”, disse Coplan. “Uma criança de 1 ano e meio que não segue comandos, que não usa uma colher para cavar, isso é um atraso mais amplo”.
Questões de fala e linguagem também podem ser indícios precoces de transtornos de neurodesenvolvimento, incluindo as várias formas de autismo. Nem todas as crianças com autismo têm fala atrasada, embora muitas vezes elas não usem suas palavras para se comunicar; uma criança assim pode ter memorizado o alfabeto, disse Coplan, sem nunca der aprendido a dizer “mamãe e papai”.
Se o desenvolvimento e a audição da criança estão bem, uma questão é considerar o ambiente. Alguém conversa com o bebê? Algo está atrapalhando – talvez um lar excepcionalmente caótico, talvez um pai depressivo? O desenvolvimento da linguagem e da fala exige estímulo.
Pediatras foram culpados no passado por serem lentos na realização de diagnóstico de atraso na fala, mas os tempos são outros; Coplan reconheceu a defesa dos pais e programas federais de intervenção precoce, que fazem com que crianças com menos de 3 anos possam receber uma avaliação gratuita.
“Acho que os médicos, agora que têm um lugar aonde mandar as crianças, estão muito mais propensos a fazê-los, em vez de dizer: ‘Vamos aguardar para ver’”, disse ele. “Não encontro as histórias de terror que ouvia 20, 30 anos atrás, quando os pais diziam: ‘Passamos por cima das objeções do nosso médico’”.
Ainda assim, como pediatra, nem sempre gerenciei bem os pais. Uma vez cuidei de um menino com quem me preocupava. Na sala de exames, ele parecia não ter habilidades normais de comunicação; cada vez mais eu tinha certeza que ele tinha algum grau de autismo.
Achei que ele não estava aprendendo palavras, mas temia muito mais porque, até onde eu sabia, ele não fazia contato visual, nunca respondia de forma clara a qualquer coisa que seus pais diziam ou faziam, porque parecia desconectado de alguma forma.
Os pais do menino desprezaram minhas preocupações e se recusaram a consultar outro médico indicado. Quando ele estava em casa com a avó, insistiam os pais, o menino conseguia se comunicar perfeitamente. Ele não precisava de ajuda.
Nesse caso, fiz o diagnóstico certo, mas minhas próprias habilidades de comunicação não foram suficientes.
Houve também o caso em que garanti aos pais: sua filha pode não falar tanto quanto a irmã quando tinha essa idade, mas ela diz muito mais que o mínimo para uma criança de 2 anos, ela entende tudo que vocês dizem e consegue obedecer a comandos complexos. Vamos aguardar para ver, vamos dar um tempo. Será que acertei dessa vez?
Os pediatras são sempre lembrados a ficarem atentos a atrasos na fala e na linguagem – não dar de ombros e simplesmente dizer que os meninos começam a falar depois das meninas, ou que irmãos mais novos começam a falar mais tarde em relação aos mais velhos. Esses fatores podem contribuir para uma variação normal, mas eles não deveriam ser usados para explicar o motivo pelo qual uma criança não alcança os marcos essenciais.
Como todo pediatra sabe, os verdadeiros especialistas nessa história são os patologistas de fala e linguagem.
Paul deu dicas genéricas a pais que querem melhorar as habilidades de comunicação de seus filhos: “Fale com sua criança sobre o que elas estão focadas. Leia para seu filho com frequência. Se eles são de uma família bilíngue, fale e leia para a criança na língua com a qual você se sente mais confortável. Fale claramente e de forma natural, use palavras reais. Mostre empolgação quando a criança fala”.
E ouça o que a criança tem a dizer
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
DICAS DE SAÚDE
Se você comer a cada 3 horas, não fará as principais refeições com muita fome, permitindo assim o melhor controle da quantidade e qualidade dos alimentos ingeridos
Comer com frequência evita ainda a hipoglicemia, a redução da quantidade de glicose no sangue.
É ela que faz você ficar com aquela vontade incontrolável de comer doce. E isto, nada mais é do que o organismo dizendo preciso de açúcar, preciso aumentar a glicemia. O doce, por conter muito açúcar, é a forma mais rápida de promover aumento da glicemia. A hipoglicemia ainda reduz o rendimento no trabalho e ocasiona dores de cabeça, mau humor e tonturas

Comer com frequência evita ainda a hipoglicemia, a redução da quantidade de glicose no sangue.
É ela que faz você ficar com aquela vontade incontrolável de comer doce. E isto, nada mais é do que o organismo dizendo preciso de açúcar, preciso aumentar a glicemia. O doce, por conter muito açúcar, é a forma mais rápida de promover aumento da glicemia. A hipoglicemia ainda reduz o rendimento no trabalho e ocasiona dores de cabeça, mau humor e tonturas
Anvisa faz alerta sobre remédio para emagrecer
Anvisa faz alerta sobre remédio para emagrecer
Depois que a Agência Europeia de Medicamentos (Emea, em inglês) recomendou a suspensão da venda de sibutramina - uma das drogas mais usadas para emagrecimento -, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu enviar um alerta a médicos e farmacêuticos brasileiros sobre o tema.A decisão do comitê europeu foi baseada em um estudo realizado com 10 mil pacientes que mostrou aumento de 16% na incidência de enfarte e derrame em pessoas com histórico de problemas cardíacos que tomaram o medicamento. Para a Emea, portanto, os riscos da substância são maiores do que os benefícios. Também com base nesse estudo, a Food and Drug Administration (agência que regula medicamentos nos Estados Unidos) decidiu que deverá ser incluída na bula uma contraindicação para pacientes com cardiopatias. No Brasil, embora a bula do medicamento já mencione como possíveis eventos adversos a elevação da pressão arterial e arritmias cardíacas, a única contraindicação é para pessoas com histórico de anorexia.No ano passado, a Anvisa recebeu 37 notificações de eventos adversos do uso de sibutramina - 14 relacionadas a problemas cardiovasculares. Não houve mortes.Segundo o presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello, haverá em fevereiro uma reunião da Câmara Técnica de Medicamentos para analisar os resultados desse estudo e decidir qual atitude tomar. "Podemos manter o nível de alerta atual, ampliar as contraindicações e as restrições de venda ou até mesmo proibir a substância no País", afirmou. O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) enviou ontem uma carta à agência pedindo a retirada da droga do mercado brasileiro. O texto alega que "as características da população à qual o medicamento é destinado tornam a situação mais séria, posto que a obesidade é fator de aumento de risco de doenças cardiovasculares."O presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Ricardo Meirelles, afirmou em nota que "não há, até o momento, evidências de que a prescrição criteriosa do medicamento, apenas para pacientes sem contraindicações formais para o seu uso, ocasione aumento de eventos cardiovasculares". Segundo relatório da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife), o Brasil está, ao lado da Argentina e dos Estados Unidos, no topo do ranking mundial de consumo de remédios para emagrecer.
Depois que a Agência Europeia de Medicamentos (Emea, em inglês) recomendou a suspensão da venda de sibutramina - uma das drogas mais usadas para emagrecimento -, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu enviar um alerta a médicos e farmacêuticos brasileiros sobre o tema.A decisão do comitê europeu foi baseada em um estudo realizado com 10 mil pacientes que mostrou aumento de 16% na incidência de enfarte e derrame em pessoas com histórico de problemas cardíacos que tomaram o medicamento. Para a Emea, portanto, os riscos da substância são maiores do que os benefícios. Também com base nesse estudo, a Food and Drug Administration (agência que regula medicamentos nos Estados Unidos) decidiu que deverá ser incluída na bula uma contraindicação para pacientes com cardiopatias. No Brasil, embora a bula do medicamento já mencione como possíveis eventos adversos a elevação da pressão arterial e arritmias cardíacas, a única contraindicação é para pessoas com histórico de anorexia.No ano passado, a Anvisa recebeu 37 notificações de eventos adversos do uso de sibutramina - 14 relacionadas a problemas cardiovasculares. Não houve mortes.Segundo o presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello, haverá em fevereiro uma reunião da Câmara Técnica de Medicamentos para analisar os resultados desse estudo e decidir qual atitude tomar. "Podemos manter o nível de alerta atual, ampliar as contraindicações e as restrições de venda ou até mesmo proibir a substância no País", afirmou. O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) enviou ontem uma carta à agência pedindo a retirada da droga do mercado brasileiro. O texto alega que "as características da população à qual o medicamento é destinado tornam a situação mais séria, posto que a obesidade é fator de aumento de risco de doenças cardiovasculares."O presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Ricardo Meirelles, afirmou em nota que "não há, até o momento, evidências de que a prescrição criteriosa do medicamento, apenas para pacientes sem contraindicações formais para o seu uso, ocasione aumento de eventos cardiovasculares". Segundo relatório da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife), o Brasil está, ao lado da Argentina e dos Estados Unidos, no topo do ranking mundial de consumo de remédios para emagrecer.
domingo, 10 de janeiro de 2010
O uso prolongado de laptop, apoiado sobre os joelhos, pode diminuir a fertilidade dos homens.

O uso prolongado de laptop, apoiado sobre os joelhos, pode diminuir a fertilidade dos homens, adverte a equipe de especialistas em urologia e esterilidade masculina da Universidade do Estado de Nova York, que dirigiu o estudo publicado na revista europeia Human Reproduction.Depois de um estudo com 29 voluntários saudáveis de 21 a 35 anos, os especialistas perceberam que o aumento da temperatura dos testículos pode alterar a espermatogênese -formação do esperma, comprometendo a fertilidade dos homens. Segundo os especialistas, a temperatura da região genital masculina aumenta em uma média de 2,6 graus Celsius à esquerda e 2,8 graus à direita, durante o uso dos laptops.Os pesquisadores constataram ainda que a concentração do esperma pode diminuir em 40% a cada grau que a temperatura diária média aumenta nos testículos, o que intensifica a ação negativa do uso deste tipo de computadores pelos homens. Agora é esperar os resultados de novos estudos para entender melhor como funciona esta relação entre o aparelho reprodutor masculino e o uso dos computadores.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Por que certos alimentos dão muito prazer e melhoram o humor?
Alimentos com altos teores de carboidratos e gorduras têm grande poder de estimular nossos centros cerebrais relacionados ao prazer e à sensação de nos sentirmos recompensados, promovendo a liberação de neurotransmissores como a dopamina, serotonina e a endorfina.
Sabemos que a ativação desses centros de recompensa cerebral está fortemente associada à sensação de bem-estar e, recentemente, uma pesquisa chegou a demonstrar que o simples contato na boca de uma solução de carboidratos, sem sua ingestão, é capaz de ativar esse sistema de recompensa, fenômeno demonstrado através de ressonância magnética funcional. Vale lembrar que o cérebro também pode se sentir altamente recompensado com alimentos que não têm nada de calóricos, mas que evocam prazer pelo paladar, olfato, visual do prato, e até mesmo pelo ambiente e a companhia na refeição.
Além disso, alguns alimentos como o café e o chocolate contêm substâncias chamadas de aminas biogênicas (ex: cafeína, teobromina) que também têm alto poder de estimular o sistema de recompensa cerebral. O chocolate, por exemplo, contém também a anandamida, substância que se liga aos mesmos receptores em que a maconha exerce seus efeitos no cérebro. O chocolate ainda faz com que a anandamida produzida pelo nosso corpo tenha efeito mais duradouro.
Recentemente foi demonstrado que o consumo de chocolate ainda é capaz de reduzir os níveis de hormônios do estresse, tanto o cortisol quanto a adrenalina, e isso ajuda a promover a sensação de bem-estar.
Relação entre consumo de peixe, omega 3, bom humor e depressão
Quanto ao poder de melhorar o funcionamento do cérebro, de todos os nutrientes pesquisados até o momento, o ômega 3 é o que mostra resultados mais consistentes. Sabemos que os ácidos graxos da família ômega 3, mais especificamente o ácido docosahexanóico (DHA), são de extrema importância para o cérebro, por serem os mais abundantes nas membranas das células cerebrais. Essa é uma ótima razão para se consumir peixes como o salmão, a sardinha e o atum, que além de serem as maiores fontes alimentares de ômega 3, também são ricos em vitamina D, componente nutricional de reconhecida eficácia na melhora do desempenho cerebral. E onde é que o peixe poderia colaborar com nosso bom humor? O fato é que seu consumo regular tem o poder de prevenir a depressão, doença que rouba o humor de qualquer um sem pedir licença.
Sabemos que a ativação desses centros de recompensa cerebral está fortemente associada à sensação de bem-estar e, recentemente, uma pesquisa chegou a demonstrar que o simples contato na boca de uma solução de carboidratos, sem sua ingestão, é capaz de ativar esse sistema de recompensa, fenômeno demonstrado através de ressonância magnética funcional. Vale lembrar que o cérebro também pode se sentir altamente recompensado com alimentos que não têm nada de calóricos, mas que evocam prazer pelo paladar, olfato, visual do prato, e até mesmo pelo ambiente e a companhia na refeição.
Além disso, alguns alimentos como o café e o chocolate contêm substâncias chamadas de aminas biogênicas (ex: cafeína, teobromina) que também têm alto poder de estimular o sistema de recompensa cerebral. O chocolate, por exemplo, contém também a anandamida, substância que se liga aos mesmos receptores em que a maconha exerce seus efeitos no cérebro. O chocolate ainda faz com que a anandamida produzida pelo nosso corpo tenha efeito mais duradouro.
Recentemente foi demonstrado que o consumo de chocolate ainda é capaz de reduzir os níveis de hormônios do estresse, tanto o cortisol quanto a adrenalina, e isso ajuda a promover a sensação de bem-estar.
Relação entre consumo de peixe, omega 3, bom humor e depressão
Quanto ao poder de melhorar o funcionamento do cérebro, de todos os nutrientes pesquisados até o momento, o ômega 3 é o que mostra resultados mais consistentes. Sabemos que os ácidos graxos da família ômega 3, mais especificamente o ácido docosahexanóico (DHA), são de extrema importância para o cérebro, por serem os mais abundantes nas membranas das células cerebrais. Essa é uma ótima razão para se consumir peixes como o salmão, a sardinha e o atum, que além de serem as maiores fontes alimentares de ômega 3, também são ricos em vitamina D, componente nutricional de reconhecida eficácia na melhora do desempenho cerebral. E onde é que o peixe poderia colaborar com nosso bom humor? O fato é que seu consumo regular tem o poder de prevenir a depressão, doença que rouba o humor de qualquer um sem pedir licença.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Pilates na Fisioclínica
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Bebês choram no idioma materno, diz estudo

Desde seus primeiros dias de vida, os bebês choram em francês, inglês ou português, já que ao emitirem seus primeiros sons levam a marca do idioma de seus pais, afirma um estudo publicado hoje no site da publicação "Current Biology".
A descoberta sugere que os bebês captam elementos do que será seu idioma materno ainda na barriga da mãe, muito antes de suas primeiras palavras.
A descoberta mais espetacular do estudo é que os recém-nascidos humanos não são só capazes de reproduzir diferentes tons quando choram, mas preferem os tipos de sons típicos do idioma que ouviram quando feto, no último trimestre de gestação", diz Kathleen Wermke, da universidade de Wuerzburg (Alemanha) e uma das autoras do estudo.
Segundo Wermke, ao contrário do que indicam as interpretações mais conservadoras, os resultados do estudo mostram a importância do choro para o futuro desenvolvimento da linguagem.
A equipe de Wermke gravou e analisou o choro de 60 bebês saudáveis, 30 deles de famílias francesas e os outros 30 de famílias alemãs, entre três e cinco dias após o nascimento. A análise revelou claras diferenças com base no idioma materno.
No experimento, os bebês franceses tenderam a chorar em um tom ascendente, enquanto os alemães faziam em um tom descendente, diferenças características entre os dois idiomas, como explicou Wermke.
Estudos anteriores já tinham demonstrado que os fetos humanos são capazes de memorizar sons do mundo externo nos últimos três meses de gestação.
Mas embora se sabia que a exposição antes do parto ao idioma materno influía na percepção dos recém-nascidos, pensava-se que seus efeitos sobre a emissão de sons se davam de forma muito mais tardia.
Segundo o estudo, os recém-nascidos preferem a voz da mãe a todas as demais, percebem o conteúdo emocional das mensagens enviadas mediante a entonação, e sentem uma forte motivação de imitá-la para atraí-la e criar laços afetivos.
Madonna desembarca segunda no Rio para missão humanitária
A descoberta sugere que os bebês captam elementos do que será seu idioma materno ainda na barriga da mãe, muito antes de suas primeiras palavras.
A descoberta mais espetacular do estudo é que os recém-nascidos humanos não são só capazes de reproduzir diferentes tons quando choram, mas preferem os tipos de sons típicos do idioma que ouviram quando feto, no último trimestre de gestação", diz Kathleen Wermke, da universidade de Wuerzburg (Alemanha) e uma das autoras do estudo.
Segundo Wermke, ao contrário do que indicam as interpretações mais conservadoras, os resultados do estudo mostram a importância do choro para o futuro desenvolvimento da linguagem.
A equipe de Wermke gravou e analisou o choro de 60 bebês saudáveis, 30 deles de famílias francesas e os outros 30 de famílias alemãs, entre três e cinco dias após o nascimento. A análise revelou claras diferenças com base no idioma materno.
No experimento, os bebês franceses tenderam a chorar em um tom ascendente, enquanto os alemães faziam em um tom descendente, diferenças características entre os dois idiomas, como explicou Wermke.
Estudos anteriores já tinham demonstrado que os fetos humanos são capazes de memorizar sons do mundo externo nos últimos três meses de gestação.
Mas embora se sabia que a exposição antes do parto ao idioma materno influía na percepção dos recém-nascidos, pensava-se que seus efeitos sobre a emissão de sons se davam de forma muito mais tardia.
Segundo o estudo, os recém-nascidos preferem a voz da mãe a todas as demais, percebem o conteúdo emocional das mensagens enviadas mediante a entonação, e sentem uma forte motivação de imitá-la para atraí-la e criar laços afetivos.
Madonna desembarca segunda no Rio para missão humanitária
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Sete dicas importantes para quem vai ser mamãe

Para que os bebês se desenvolvam de maneira sadia, as mamães devem tomar uma série de medidas e, principalmente, abolir hábitos que não sejam saudáveis. Os cuidados devem ser tomados logo no início da gravidez. Abaixo, confira algumas orientações que serão bastante positivas tanto para você como para o seu bebê:
1) Reduza a ingestão de café e chá. A cafeína é uma substância estimulante, que atua diretamente no sistema nervoso e que pode ser passada da mãe para o feto. O risco de a criança nascer com baixo peso justifica a contra-indicação
2) Nada de consumir álcool. Ele pode ocasionar sérios riscos para as crianças, como má formação facial, retardamento mental e físico, como também problemas e comportamento
3) Fique longe dos Raios X. Se você estiver fazendo algum tratamento dentário, comunique a gravidez ao seu dentista
4) A automedicação é totalmente proibida para as futuras mamães
5) Evite comer carne mal passada, pois ela pode estar infectada por parasitas. Os efeitos causados à mãe pela contaminação podem ser leves, mas para o feto, não são nadas leves.
6) Sauna e banhos quentes ajudam a relaxar, mas tenha cuidado com a elevação da temperatura do corpo, pois a criança pode nascer com problemas no sistema nervoso central
7) Aborto espontâneo e chances de o bebê nascer com baixo peso são algumas das conseqüências impostas pelo fumo. As mulheres grávidas não podem nem pensar em fumar
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Philips faz recall mundial de 5.400 desfibriladores

A empresa holandesa Philips anunciou que vai retirar do mercado mundial 5.400 desfibriladores automáticos devido a uma falha eletrônica.
"A Philips foi informada sobre falhas do chip de memória de uma pequena quantidade de aparelhos FR2+ fabricados em 2007 e no início de 2008", informa a empresa.
"A falha deste chipe pode tornar o desfibrilador inoperante", completa.
Segundo a Philips, o problema foi detectado em testes e treinamentos e não prejudicou nenhuma vítima com parada cardíaca.
O equipamento serve para aplicar uma corrente elétrica em um paciente para reverter esse tipo de problema cardíaco.
"A falha deste chipe pode tornar o desfibrilador inoperante", completa.
Segundo a Philips, o problema foi detectado em testes e treinamentos e não prejudicou nenhuma vítima com parada cardíaca.
O equipamento serve para aplicar uma corrente elétrica em um paciente para reverter esse tipo de problema cardíaco.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Fique de olho na alimentação do seu filho

· Os alimentos enriquecidos com vitaminas e minerais servem para complementar a alimentação da criança.As bebidas lácteas, achocolatados, biscoitos e tantos outros quitutes enriquecidos não são condenados pelos especialistas, mas nunca devem substituir as refeições.Mesmo contra a vontade delas, os pais devem incluir no cardápio infantil alimentos ricos em ferro, encontrado nas carnes, vísceras e vegetais escuros como o brócolis e couve. Se essas folhas estiverem batidas num suco de fruta cítrica, melhor ainda. As frutas cítricas têm vitamina C, que facilita a absorção do ferro.Esses alimentos, se bem disfarçados, auxiliam na prevenção e combate a anemia. A criança anêmica pode ter dificuldade de atenção e atraso no desenvolvimento físico e intelectual.Outro equívoco dos pais é ceder as manhas da criança que não quer comer substituindo a alimentação por substanciosas mamadeiras. Isto pode prejudicar o fortalecimento de toda estrutura da boca, levando a um mal funcionamento da mastigação, dentição e respiração.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Confira 10 dicas para fazer seu filho dormir sozinho

Lugar de criança é na cama dela e no quarto dela. E essa atitude deve começar desde cedo, ainda bebê. Parece um sonho? Se o seu filho teima em dormir no meio do casal, pare agora, antes que o sonho vire um pesadelo. "Quanto mais tempo a criança dormir com os pais, mais difícil será tirar esse costume", disse a psicóloga Angélica Capelari, da Universidade Metodista de São Paulo. Comece, portanto, a aplicar as dicas da professora de psicologia para evitar problemas no futuro. Para a criança e para o casal. Não é fácil, requer paciência e perseverança, mas vale a pena.
1- A partir dos seis meses já é possível deixar o bebê dormindo sozinho no seu próprio quarto. Só será preciso levantar durante a madrugada para as trocas e eventuais mamadas noturnas. É claro que deixar o bebê na cama dos pais pode ser mais cômodo para eles, mas a especialista garante que é bem mais fácil espantar a preguiça agora do que ensinar a criança - já maior - a dormir no seu próprio quarto.
2- Os pais podem se revezar nessa tarefa, já que não é fácil levantar no meio da noite, com sono, cansado e, às vezes, com frio.
3- Se o filho já está acostumado a dormir no meio dos pais, é hora de reverter a situação. A rotina pode ser uma grande aliada, portanto imponha um horário para a criança e vá preparando a casa momentos antes: diminua as luzes, desligue a TV e aparelhos de som e feche as janelas. Assim a criança vai entrando num ritmo menos acelerado, mais propício ao sono.
4- Coloque regras que possam ser cumpridas. Não adianta dizer à criança que ela precisa dormir às 21h, mas a casa continua agitada.
5- Nada de deixar a luz principal do quarto infantil acesa. Se precisar, use abajur, bichinhos ou tomadas iluminadas. Assim também fica mais seguro se caso a criança levantar no meio da noite. 6- A hora de dormir deve ser um momento prazeroso. Os pais podem contar histórias, colocar músicas suaves e conversar sobre a rotina do dia até a criança dormir.
7- Essa transição não pode ser traumática para o filho nem para os pais. Portanto, eles devem ficar no quarto. Nos primeiros dias, deitados com a criança até ela dormir. Depois, sentados. E, por fim, permanecer na porta para dar boa-noite. Ou seja, vão saindo de cena aos poucos, para a criança se sentir segura e eles não acharem que estão abandonando o filho.
8- Os pais precisam colocar limites e não ceder a manhas. Se ceder uma vez - por frio ou doença -, a criança aprende que os pais cedem e vai repetir a manha sempre, não importa onde e em que situação. É essencial não ceder a choros, súplicas e chantagens: ela deve ser colocada de volta na sua cama sempre que necessário. Uma hora ela desiste.
9- Se a criança acorda no meio da noite e pede para dormir com os pais, é bom investigar as causas. Se ela está doente, deve continuar no quarto dela recebendo os cuidados necessários dos pais. Se está com medo, vale dar um passeio pelo quarto infantil, abrir armário e gavetas, olhar debaixo da cama e observar cada cantinho para mostrar que não existem monstros nem fantasmas. Mas, nunca a criança deve voltar para a cama dos pais.
10- Um pedido para os pais deixarem o filho dormir entre eles, sem desculpas (medo, sentimento de abandono, doença fictícia), pode ser acatado eventualmente, mas é bom deixar claro que é por um tempo limitado e a criança vai voltar para a cama dela.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
NUTRICIONISTA CRIA CHOCOLATE QUE AVISA A HORA DE PARAR DE COMER

Poder se deliciar com um chocolate durante o período de emagrecimento e tê-lo como um verdadeiro aliado no combate à ansiedade e àquela vontade louca de comer... Isso lhe parece um sonho? Pois é o que promete o chocolate saciante, desenvolvido pela nutricionista Fernanda Machado Soa res, do Rio de Janeiro. "A ideia de criar um chocola te que aumentasse a saciedade partiu da necessidade de comer o doce, relatada por muitos pacientes. Aproximadamente 55% deles consomem a iguaria regularmente", revela a nutricionista.
Por quase um ano ela estudou alternativas para a criação de uma versão sem glúten, açúcar, gordura trans e lactose (açúcar do leite) associado a ingredientes nutracêuticos (que nutrem e trazem benefícios comprovados à saúde). Em abril, seu objeto de estudo se materializou. O veículo escolhido foi o chocolate à base de soja, que segundo Fernanda, mesmo sem a adição de fitonutrientes, já apresentou resultados na sensação de saciedade durante os testes realizados. "Com essa constatação, o chocolate ficou o mais natural possível, contendo somente a base de soja, alga mexicana espirulina (fonte de vitamina B12 e rica em fenilalanina, nutriente que atua no controle do apetite) e polissacarídeos mussilaginosos da babosa, que auxiliam no trânsito intestinal e redução da absorção de gordura proveniente da dieta. O produto tem apenas 120 kcal / 25 g e é capaz de provocar até quatro horas de saciedade, 20 minutos após o seu consumo", detalha Fernanda.
"A saciedade varia de pessoa para pessoa, mas o que observamos é que há uma redução no apetite, principalmente por doces, 20 minutos após a ingestão do chocolate com o estômago vazio", revela.
O horário sugerido para o seu consumo é entre 16h e 17h, quando há um pico hormonal provocado pelo estresse diário e que resulta em vontade de comer carboidratos à noite. Mas também pode ser ingerido em qualquer outro momento do dia. " Apesar de ter menos calorias do que um chocolate tradicional, não dá para abusar; a ingestão máxima recomendada é de 2 barrinhas por dia. O excesso, além de comprometer a perda de peso, também pode resultar em gases, diarreia e enjoo. Em relação ao emagrecimento, ele também varia de pessoa para pessoa, mas a nutricionista afirma que há um mínimo de 1 kg por semana. O chocolate deve ser evitado por gestantes e pessoas com diarreia e alergia à soja ou à espirulina.
Por quase um ano ela estudou alternativas para a criação de uma versão sem glúten, açúcar, gordura trans e lactose (açúcar do leite) associado a ingredientes nutracêuticos (que nutrem e trazem benefícios comprovados à saúde). Em abril, seu objeto de estudo se materializou. O veículo escolhido foi o chocolate à base de soja, que segundo Fernanda, mesmo sem a adição de fitonutrientes, já apresentou resultados na sensação de saciedade durante os testes realizados. "Com essa constatação, o chocolate ficou o mais natural possível, contendo somente a base de soja, alga mexicana espirulina (fonte de vitamina B12 e rica em fenilalanina, nutriente que atua no controle do apetite) e polissacarídeos mussilaginosos da babosa, que auxiliam no trânsito intestinal e redução da absorção de gordura proveniente da dieta. O produto tem apenas 120 kcal / 25 g e é capaz de provocar até quatro horas de saciedade, 20 minutos após o seu consumo", detalha Fernanda.
"A saciedade varia de pessoa para pessoa, mas o que observamos é que há uma redução no apetite, principalmente por doces, 20 minutos após a ingestão do chocolate com o estômago vazio", revela.
O horário sugerido para o seu consumo é entre 16h e 17h, quando há um pico hormonal provocado pelo estresse diário e que resulta em vontade de comer carboidratos à noite. Mas também pode ser ingerido em qualquer outro momento do dia. " Apesar de ter menos calorias do que um chocolate tradicional, não dá para abusar; a ingestão máxima recomendada é de 2 barrinhas por dia. O excesso, além de comprometer a perda de peso, também pode resultar em gases, diarreia e enjoo. Em relação ao emagrecimento, ele também varia de pessoa para pessoa, mas a nutricionista afirma que há um mínimo de 1 kg por semana. O chocolate deve ser evitado por gestantes e pessoas com diarreia e alergia à soja ou à espirulina.
domingo, 16 de agosto de 2009
A Embrapa Suínos e Aves vai participar da prevenção à gripe A (H1N1).
A partir de um pedido feito pelo Sindicarne/SC - Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados de Santa Catarina - e pela Secretaria Estadual da Agricultura, os pesquisadores da unidade vão elaborar uma cartilha com explicações aos suinocultores sobre o que é a doença e quais medidas devem ser adotadas para garantir a saúde das pessoas e dos rebanhos nas granjas. A cartilha deve estar pronta em uma semana.
A decisão de produzir o material foi tomada durante uma reunião na Sadia em Concórdia, SC, na tarde de quarta-feira(12/08).
Segundo Dirceu Talamini, chefe geral da Embrapa Suínos e Aves, a reunião deixou claro que as condições do rebanho brasileiro são muito boas em todo o território nacional e não há qualquer registro sobre a presença do vírus da gripe A (H1N1) em granjas. “Mas é bom que sejam tomadas medidas preventivas, pensando primeiramente na saúde das pessoas que atuam na suinocultura”, afirma.Os pesquisadores da Embrapa que atuam na área de Virologia já começaram a reunir as informações que farão parte da cartilha. A ideia é que ela fique disponível em uma versão impressa e em formato eletrônico para facilitar a sua disseminação.
A decisão de produzir o material foi tomada durante uma reunião na Sadia em Concórdia, SC, na tarde de quarta-feira(12/08).
Segundo Dirceu Talamini, chefe geral da Embrapa Suínos e Aves, a reunião deixou claro que as condições do rebanho brasileiro são muito boas em todo o território nacional e não há qualquer registro sobre a presença do vírus da gripe A (H1N1) em granjas. “Mas é bom que sejam tomadas medidas preventivas, pensando primeiramente na saúde das pessoas que atuam na suinocultura”, afirma.Os pesquisadores da Embrapa que atuam na área de Virologia já começaram a reunir as informações que farão parte da cartilha. A ideia é que ela fique disponível em uma versão impressa e em formato eletrônico para facilitar a sua disseminação.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
ROMÃ, uma aliada à proteção solar

Se você quer ficar bem longe das rugas, do ressecamento, da flacidez e das manchas causadas pelo sol, aposte na fruta. Segundo a bioquímica Fernanda Archilla Jardini, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), testes feitos nos Estados Unidos apontaram que as células da pele tratadas com o extrato da romã sentiram menos os efeitos da radiação ultravioleta. A explicação está na quantidade de antioxidantes: cerca de três vezes mais do que no vinho tinto e no chá verde! "É importante ressaltar que essas substâncias, entre elas o ácido elágico e protocatequínico, estão presentes na casca, nas sementes e na parte branca, chamada de mesocarpo", avisa a especialista.
uanto consumir
Coma diariamente uma fruta - uma boa sugestão é polvilhar os grãos sobre a salada de folhas ou de frutas - ou tome um copo (200 ml) do suco feito com a casca, as sementes e a polpa. Ambos oferecem 60 calorias.
terça-feira, 21 de julho de 2009
A cura cirúrgica para os danos da maternidade

O que antes era a expressão da própria natureza, hoje, é considerado deformidade. Assim estão sendo vendidas as cirurgias plásticas para o pós-parto. A conduta é fruto de padrões irredutíveis de beleza, da tecnologia e da cultura pop, uma combinação que trata as mudanças biológicas como se fossem tão substituíveis quanto a cor do cabelo... Revistas de fofoca, nos Estados Unidos e no Brasil, não perdoam as “mães celebridades” que não perdem imediatamente o "peso do bebê". Agora, as mulheres “devem lutar” contra o impacto do envelhecimento e da gravidez. “O marketing do mommy makeover tenta transformar em patologia o corpo feminino no pós-parto, caracterizando a gravidez e o parto como enfermidades com efeitos desfigurantes que podem ser consertados com a ajuda de bisturis e cânulas. A mensagem central da venda deste tipo de serviço é que, depois de ter filhos, o corpo da mulher muda para pior”, observa o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada, em São Paulo.Destinadas às mães, em geral, as cirurgias são oferecidas em pacotes de três: “uma levantada nos seios” com ou sem implantes de silicone, redução da barriga e lipoaspiração. Os procedimentos têm o objetivo de diminuir a flacidez da pele e reduzir as estrias e a gordura adquiridas na gravidez. Nos Estados Unidos, este tipo de cirurgia, segundo dados da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos, registrou um aumento entre mulheres em idade reprodutiva. Só em 2006, médicos em todos os EUA realizaram mais de 325 mil procedimentos mommy makeover em mulheres de idade entre 20 e 39 anos, um aumento de 11% em relação a 2005, segundo a entidade.“Na verdade, cada mulher reage de uma forma à gravidez. Idade e genética influenciam o modo como o corpo se recupera. Algumas mulheres ficam com estrias devido à gravidez ou ao ganho de peso. Algumas mulheres voltam a ter uma barriga lisinha e outras não, algumas retomam o peso que tinham antes de ter filho e outras não. Mas não há anormalidade intrínseca aos seios ou ao abdômen”, defende Ruben Penteado, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
NÃO É NECESSIDADE OU OBRIGAÇÃO
O médico também esclarece que não há a necessidade ou a obrigatoriedade de se submeter a uma plástica após o parto. E somente depois de um ano após o parto, é recomendável a realização de qualquer procedimento estético. “Qualquer cirurgia exige cuidados e durante o pós-operatório a mulher ficará com os movimentos limitados. Ela não poderá realizar atividades simples como carregar, amamentar ou dar banho no bebê. É preciso colocar na balança se este tipo de distanciamento do filho vale a pena”, pondera Penteado.Se a decisão da mulher for a de fazer a plástica, o médico não recomenda a sua realização no período de amamentação. “Os anestésicos utilizados podem passar para o leite materno, prejudicando o desenvolvimento e a disposição do bebê. O ideal é se submeter a qualquer tipo de intervenção apenas seis meses depois de terminar o período de amamentação”, recomenda.Segundo Ruben Penteado, as novas mamães querem recuperar os antigos contornos próximos do abdômen e a firmeza das mamas.
A lipoaspiração, a abdominoplastia (cirurgias de abdômen) e a mastopexia (cirurgia para levantar as mamas) ocupam os primeiros lugares no ranking de desejos destas mulheres. “É muito importante esclarecer que a abdominoplastia não pode ser feita logo após a cesárea. No pós-parto, a mulher ainda sofre os efeitos da gestação: alterações hormonais, flacidez da pele, excesso de peso, inchaço. Como o contorno do corpo fica distorcido, o cirurgião plástico não consegue identificar o quanto do abdômen precisa realmente ser reduzido”, explica Ruben Penteado. Ou seja: nesse caso, os riscos do resultado da plástica não sair como o esperado são grandes.Ainda sobre a abdominoplastia, Ruben Penteado esclarece que é possível fazer a cirurgia utilizando parcialmente a cicatriz da cesariana. “Frequentemente, quando a cicatriz da cesariana está na sua localização habitual – na parte inferior da barriga –, podemos aproveitá-la. Lembrando que a cicatriz não deixará de existir, mas poderá ficar do mesmo tamanho ou um pouco maior”, diz o médico.Caso a mulher faça uma abdominoplastia, a cirurgia não prejudica uma posterior gestação. “Muita gente acha que após a abdominoplastia os músculos são ‘amarrados’ e a barriga nunca mais irá crescer.
Isso não acontece.
O único problema de engravidar após a abdominoplastia é que a mulher poderá perderá os resultados da cirurgia”, explica Penteado, membro titular a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.Diante deste um impasse estético atual, “procuramos aconselhar esta mulher. Destacamos que neste período da vida, ela deve ter sua atenção e energias voltadas para uma pronta recuperação do parto, assim ela poderá se dedicar aos cuidados com o bebê e consigo mesma. Procedimentos estéticos que comprometam este ciclo da vida podem nem devem ser cogitados”, defende Ruben Penteado.
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