quinta-feira, 30 de abril de 2015

Os 9 Benefícios da Graviola para Saúde

Graviola é uma fruta de baixo de caloria. Ele fornece cerca de 70 calorias por 100 gramas de seu consumo. Ela é rica em carboidratos e fibras alimentares. Vitaminas como a vitamina B e vitamina C. além disso, A graviola é uma excelente fonte minerais tais como: Magnésio, cálcio, potássio, fósforo e de sódio!

Benefícios da Graviola prevenção do câncer: Graviola ajuda a diminuir os níveis dos receptores de crescimento epidérmico, portanto, impede o desenvolvimento de células de cancerígenas. Ele também contém acetogeninas que são compostos anti-cancerígenos e ajuda na inibição de nicotinamida adenina oxidase de células cancerígenas.
Benefícios da Graviola na perda de peso: Graviola é muito baixa em calorias e fornece uma cargas de nutrientes. Ele é rico em fibras e, assim, mantém uma pessoa saciados por um bom tempo. As folhas da Graviolas são usadas para preparar o chá, o que pode ser útil para o emagrecimento.
Benefícios da Graviola para pele: Graviola tem excelente benefício para a pele, por ser rico em vitamina C que ajuda na eliminação de toxinas do corpo. com isso, ajuda a pele ser macia e suave. Ela também tem propriedades anti-inflamatórias e pode ajudar a reduzir a acne e furúnculos. Devido a propriedades anti-bacterianas. Graviola também é rica em polifenóis, saponinas e flavonóides, que são antioxidantes. Estes antioxidantes inibem os danos dos radicais livres e prevenir os primeiros sinais de envelhecimento, rugas e pigmentação. Eczema podem ser evitados através da aplicação às folhas das áreas afectadas.

Benefícios da Graviola para pressão arterial: Graviola contém uma quantidade elevada de potássio. Ele ajuda na regulação da circulação sanguínea e, portanto, reduz a pressão arterial. A hipertensão pode ser reduzida que ocorre principalmente devido a pressão arterial elevada

sábado, 14 de março de 2015

Sexo = Inteligência

O sexo pode tornar a pessoa mais inteligente e melhorar a memória de longo prazo, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Estudo em ratos de meia-idade constatou que produziram mais novas células cerebrais no hipocampo, onde as memórias de longo prazo são feitas, após o acasalamento. Os cientistas também ligaram a atividade sexual frequente com o aumento da capacidade intelectual. No entanto, os benefícios foram perdidos ao impedir o coito.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Benefícios do Caju

Fruta nativa do Brasil, o caju é encontrado praticamente em todos os estados do país, apresentando predominância na região nordeste, devido ao clima ser mais favorável a seu plantio. Uma das curiosidades sobre ele é a sua divisão ocorrer em duas partes: o pseudofruto, a parte mais carnosa e suculenta do caju e o fruto, que é a sua castanha. Fato este que, em geral, é desconhecido por muitos. Seu pedúnculo floral, o pseudofruto, possui certas variações de cores, como o amarelo, o rosa e o vermelho. O caju, por completo, é riquíssimo em benefícios para a saúde humana, além de bastante utilizado na culinária, surgindo em sucos, pratos e sobremesas

Benefícios do caju

·         Fortalece o sistema imunológico e tem efeito antioxidante no corpo devido a sua alta concentração de vitamina C, chegando a ser cinco vezes mais rica desta vitamina do que a laranja.
·         Devido as presenças demasiadas de licopeno e beta caroteno, o caju auxilia na prevenção do câncer de próstata e pulmão, havendo inclusive estudos que pretendem comprovar o uso da fruta no tratamento a câncer de mama e boca.
·         Por ser rico em fibras, o caju ajuda no funcionamento do intestino e ajuda também a controlar a saciedade, que é de extrema importância para aqueles que necessitam perder peso.
·         Se misturado o seu suco ao chá de carqueja, estes irão agir na limpeza do organismo e melhor digestão
·         A sua castanha possui ácido anacárdico que tem propriedades  fortes contra germes e bactérias. Também auxiliando na amenização de dores dentárias, úlceras e lepra.
·         A polpa do caju é bastante recomendada no tratamento de casos reumáticos e problemas de pele, agindo como depurativo e tônico.
·         Também possui gorduras monoinsaturadas que protegem o coração e reduzem o nível elevado de triglicérides, sendo de valia para pessoas portadoras de doenças cardíacas e diabéticos.

Terapias caseiras com caju

·         Para aftas: aplicar sobre o local suco dos brotos de folhas da árvore do caju.
·         Para feridas e agindo como antissépticos: Fazer cataplasma com os brotos das folhas do cajueiro. Apenas o faça se não houver inflamações e coágulos sanguíneos no local.
·         Para calos e verrugas: Fazer cataplasma três vezes ao dia com suco de castanhas frescas
·         Para dor de dente, lepra e psoríase: Fazer aplicação com óleo de castanha de caju. Cuidado com o seu manuseio devido a presença de ácido anacárdico.
·         Para gripe: Ingestão de suco de caju sem açúcar.

·         Reumatismo: Consumir refeição composta exclusivamente por caju no período de dois a três dias.

sábado, 5 de abril de 2014

Papo Saúde

Papo Saúde no Programa 97 MIx da Radialista Ivoneide Lopes na Rádio Líder FM, os Médicos, Dr.Fábio-Nutricionista, Dra Socorro Gomes - Fisioterapia e Dermato Funcional, Dras Yohana Silveira e Talita Medeiros -Odontólogas, Dr.André Cabral- Gastro e dr.Guilherme Carvalho -Ginecologista. Participam durante a semana com muitas dicas de saúde. Vale a pena ouvir.





quarta-feira, 19 de março de 2014

Estudo indica que chocolate amargo reduz risco de infarto

Um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Louisiana, nos Estados Unidos descobriu que o chocolate amargo reduz o risco de infarto porque tem efeitos antiinflamatórios.
Os resultados deste trabalho foram apresentados no 247º Encontro da Sociedade Americana de Química realizado esta semana em Dallas. Segundo o diretor da pesquisa, John Finley, ele também será publicado na revista Journal of Agricultural and Food Chem.
Finley detalhou que quando os componentes do chocolate preto são absorvidos pelo corpo "diminuem a inflamação do tecido cardiovascular e reduzem o risco de infarto em longo prazo".
Para realizar esta pesquisa, os cientistas simularam a digestão do cacau em pó, contido neste tipo de chocolate, em um modelo de tratamento digestivo. Esse modelo foi criado empregando diferentes tubos de ensaio, e, depois, os cientistas submeteram os materiais não digeridos à fermentação anaeróbica (sem oxigênio) usando bactérias humanas.

Segundo Finley, o cacau em pó contém vários polifenóis e antioxidantes, como catequinas e epicatequinas, assim como fibras, que são escassamente digeridas no estômago, mas que são absorvidos ao passar ao cólon.
"Em nosso estudo descobrimos que a fibra é fermentada e que os polímeros polifenóis são metabolizados e se transformam em moléculas menores, mais fáceis de absorver. Estes polímeros menores têm ação antiinflamatória", ressaltou Finley.
O diretor da pesquisa também explicou que os benefícios para a saúde do chocolate amargo podem ser acentuados se sua ingestão for combinada com a de alimentos prebióticos (carboidratos que se encontram, por exemplo, no alho) ou de frutas.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Absorvente íntimo que pode ser usado em relações sexuais chega ao Brasil

Chega ao mercado brasileiro no próximo mês um absorvente íntimo que, segundo o fabricante, pode ser usado durante as relações sexuais. Sem cordão e com um material maleável (uma esponja com tratamento especial), o produto faz com que o parceiro nem perceba que a usuária está menstruada
Segundo Alessandra Seitz, diretora da Intt Cosméticos, empresa que comercializa o Soft Tampom, o produto permite que a mulher não interrompa suas atividades, nem deixe de fazer sexo, durante o sangramento. "Todo mundo sempre sonhou com isso", diz a diretora, que está confiante no sucesso do absorvente entre as brasileiras
Estudos mostram que, da puberdade até a menopausa, cada mulher fica menstruada em média 400 vezes, somando 2.400 dias, o que representa seis anos e meio da vida. "Pensando por esse lado, muitas oportunidades são perdidas nesses dias de menstruação", ressalta
A auxiliar administrativa Aline (que pediu para não ter sua identidade revelada), de 33 anos, ganhou o produto para experimentar e aprovou: "Ele tem uma abertura, em forma de coração, onde você coloca seu dedo para introduzi-lo. Deve-se colocá-lo o mais fundo que conseguir. Não senti desconforto e não me incomodou", conta. Ela acrescenta que não houve vazamento e que, na hora de tirar o absorvente, foi só usar a cavidade para puxá-lo.

Aline diz que o produto mantém o mesmo volume (5 cm de altura por 4,5 cm de largura) depois de usado, e garante que não há risco de o absorvente se perder lá dentro. "O ideal é usar lubrificante antes de colocá-lo. Eu usei com meu marido e só contei depois de termos feito sexo. Ele não notou nenhuma diferença", conta
Opinião médica
O ginecologista Augusto Bussab, da clínica que leva seu nome, diz desconhecer o produto. Mas ele comenta que, dependendo de suas dimensões, é possível que incomode o casal. "Acredito que se for colocado antes de se iniciar a relação sexual não há problemas. O importante é saber a opinião de quem usou."

Mas ele aponta um detalhe importante: "A brasileira não tem o hábito de se tocar e acredito que este será o primeiro inconveniente do produto". Para o médico, só as usuárias poderão dar o veredito final sobre o novo absorvente
Já a ginecologista e obstetra Carolina Mocarzel, do Hospital Federal Servidor do Estado do Rio, ressalva que algumas mulheres podem confundir as funções do produto: "Ele não tem efeito contraceptivo. É preciso continuar a usar anticoncepcional ou camisinha. Tenho receio que as pessoas o confundam com um diafragma".
A ginecologista também faz questão de frisar que o absorvente também não protege contra DSTs (doenças sexualmente transmissíveis).

Ela lembra que as mulheres têm fluxos menstruais diferentes e, nos casos mais intensos, o Soft Tampom pode não ser eficiente. "Já para algumas, pode ser mais interessante que o absorvente interno comum, mas não é toda mulher que vai achar confortável", opina.
Oito horas?
De acordo com o fabricante, o absorvente pode ser usado por até oito horas. "Há pessoas predispostas a desenvolverem infecções vaginais. Acho oito horas um período longo demais", alerta Mocarzel.

A médica ainda cita outro possível "efeito colateral": o produto pode absorver a secreção natural da região. "Pessoas que têm infecção vaginal recorrente como candidíase não devem usá-lo. Outros riscos são causar irritabilidade no local e incomodar durante a relação sexual."

O produto será comercializado em embalagens com dez unidades ao custo de R$ 38,00 e pode ser encontrado na Loja Intt, de produtos eróticos.
Outro substituto do absorvente comum e é muito popular na Europa e Estados Unidos é o coletor, ou copo, menstrual. Lançado no Brasil em 2012, o produto, chamado de MissCup, mudou de nome e agora se chama InCiclo


 
De fácil uso, o copinho em silicone flexível e em formato de cone é inserido na vagina e coleta o fluxo. Produzido 100% em silicone medicinal adapta-se perfeitamente ao corpo da mulher e é indicado à prática de todas as atividades esportivas, inclusive ioga, ciclismo, acrobacia, natação, ginástica, corrida e mergulho. Também é possível dormir com o coletor, pois ele pode ser usado por até 12 horas. Depois disso, é só retirar, lavar e usar novamente
 
A empresa que o comercializa diz que pesquisas de satisfação realizadas mostraram que quase 90% das usuárias se dizem "muito satisfeitas" e "satisfeitas" com o produto e o adquiriram pelo "apelo ecológico". Ao contrário dos absorventes, o InCiclo é reutilizável e não produz qualquer tipo de lixo. "Uma mulher tem em média 520 ciclos menstruais durante sua vida o que representa um descarte de 10 mil absorventes tradicionais", diz o fabricante. O coletor custa R$ 75,00 e pode ser adquirido por meio da loja virtual ou em 50 pontos de vendas informados no site da marca
 
 
 
 

terça-feira, 5 de março de 2013

Sexo é mais eficiente que remédio contra dor de cabeça, diz pesquisa


Pode parecer difícil, mas a  melhor forma para combater uma dor de cabeça é fazer sexo em vez de tomar uma pílula. A recomendação vem de um estudo da Universidade de Munster, na Alemanha, publicado na revista Cephalalgia, da Sociedade Internacional de Dor de Cabeça e divulgado no Daily Mail. A pesquisa aponta que sexo pode amenizar ou até curar a dor. Mais de 400 pacientes foram analisados e, segundo os cientistas, a liberação de endorfinas durante o ato é o que promove o bem-estar.

Mais da metade dos pesquisados afirmou que a dor diminuiu e um em cada cinco pesquisados disse que o desconforto passou totalmente. "Os resultados mostram que a atividade sexual durante a dor de cabeça pode aliviar ou até parar o ataque em alguns, mas sabemos que não é um comportamento comum", diz o texto da pesquisa.
Na verdade, segundo o senso comum o sexo pode causar dor de cabeça. A pesquisa mostrou que os homens foram o que mais se beneficiaram com a prática e 36% deles faz uso do sexo para tratar o problema. Apenas 13% das mulheres mantêm relações sexuais se estão com dores.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Por que os dedos ficam enrugados na água?



Quem nunca ficou com a pele enrugada após sair da piscina ou tomar um banho quente? Isso acontece porque a epiderme - camada de pele que fica em contato com o meio externo - é composta por queratina, uma proteína que forma uma barreira de proteção contra umidade e bactérias. No entanto, quando os dedos ficam muito tempo em contato com a água, a epiderme, que é bastante permeável, fica encharcada e a pele incha.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Para criar filhos mais confiantes, carregue os bebês em pé


Dispensar o carrinho de bebê pode ser uma maneira de melhorar o desenvolvimento da criança, afirma o autor Jared Diamond, ganhador de Prêmio Pulitzer por Armas, Germes e Aço (de 1997). A técnica de carregar o filho no colo em pé permitiria que o nenê enxergasse o mundo pela mesma perspectiva que os adultos, formando uma criança mais segura. As informações são do Daily Mail.

Algumas sociedades já têm esse costume, como tribos na Amazônia e na África. Carregar o bebê na altura do peito e de frente para que ele interaja com o mundo o deixaria mais emocionalmente seguro, confiante, curioso e até autônomo, diz o acadêmico.

As conclusões foram baseadas em mais de 50 anos de pesquisas em tribos como as de Nova Guiné. Em seu último livro, Diamond diz que os bebês têm instintos dos nossos ancestrais, e por isso responderiam melhor a estímulos tradicionais ao invés de técnicas modernas, como carrinhos.

Confortar rapidamente um bebê que está chorando, deixar que durmam com os pais e muito contato físico também seriam benéficos.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Ultrassonografias e Exames com dra Grêce e Dr.Frederico

Exames de ultrassonografia realizados pela Dra Grêce .

* USG- Abd.Total
* USG -Abd.Superio
* USG- Aparelho Urinário
* USG- Mama
* USG- Músculoe  Esquelético (ornozelo, braço, ombro etc)
* USG- Obstétrica
* USG- Pélvica
* USG- Próstata
* USG- Testículos
* USG- Tireóide
* USG- Transvaginal
* USG- Vias urinárias
*         - Vulvoscopia

EXAMES REALIZADOS PELO Dr.FREDERICO sCABELLO NETO

* Biópsia de fora + Colposcopia
* Biópsia de Vulva
* Biópsia Mama
* Biópsia (histerectomia total)
* Biópsia do Colo do útero
* Cauterização do colo Uterino
* Cauterização com Ácido
* Citologia Mamária
* Colposcopia na Consulta
* Consulta Ginecológica
* Consulta mama
* Diu
* Drenagem
* Hibridização
* Pequena cirurgia de Vulva + biópsia
* Prevenção ee Colposcopia
* Prevenção e Consulta
* Punção de Mama
* Retirada de pólipo 

Mais informações ligue 83 3522 3771 - Clinica de Dr.André Cabral

terça-feira, 27 de março de 2012

Especialistas belgas desaconselham natação para bebês com menos de um ano

O Conselho Superior da Saúde da Bélgica desaconselha a natação para os bebês com menos de um ano devido aos riscos que esta atividade representa para sua saúde, aponta um relatório antecipado nesta quinta-feira (8) pelo diário "Le Soir".

O organismo oficial, que é consultado pelas autoridades públicas do país em todos os temas relacionados com a saúde, chegou a essa conclusão após as pesquisas de uma dúzia de especialistas.
"Os especialistas mediram riscos e vantagens. Para os menores de 12 meses, não há benefícios reais. Pelo contrário, são particularmente vulneráveis, mais sujeitos a infecções, com mucosas muito reativas e pulmões imaturos", explicou a diretora do estudo, Micheline Kirsch-Volders, em uma entrevista ao "Le Soir".
Micheline lembrou ainda que as temperaturas da água e do ar costumam ser elevadas nas instalações onde se pratica a natação com bebês, o que aumenta a presença de microorganismos.
A especialista indica que as vantagens que piscina traria para os bebês mais jovens - tanto físicas quanto afetivas - podem ser obtidas com um simples banho.
Segundo o "Le Soir", cerca de 15% das crianças belgas praticam natação com menos de um ano, uma técnica que começou a ficar popular na década de 1960 para acostumar os bebês à água e melhorar sua coordenação.
Por outro lado, o Conselho Superior da Saúde recomenda a natação para as crianças com mais de um ano.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Crianças pequenas desconfiam dos mentirosos, diz estudo

As crianças pequenas gostam de imitar o que veem e escutam - gestos, entonações, expressões -, mas optam por não seguir o exemplo de quem percebem como pouco confiável, segundo um estudo realizado na Universidade Concórdia de Montreal, no Canadá.
Mais observadores do que se pensa, as crianças menores de 16 meses são capazes de distinguir o verdadeiro do falso, de acordo com o estudo publicado na revista Infant Behavior and Development, e a maioria se nega a imitar um adulto após comprovar que este a enganou.
"Assim como as crianças mais velhas, os bebês registram se um indivíduo é preciso ou impreciso e utilizam essa informação para guiar sua aprendizagem posterior", disse a principal autora do estudo, Diane Poulin-Dubois, do Departamento de Psicologia da Universidade Concórdia e membro do Centro de Pesquisa em Desenvolvimento Humano.
"Concretamente, as crianças optam por não aprender algo com alguém que eles percebem como pouco confiável", completou. A pesquisa centrou-se em 60 crianças de 13 a 16 meses, divididas em dois grupos, um com avaliadores adultos confiáveis e outro com avaliadores adultos não confiáveis.
Na primeira tarefa, os adultos olhavam dentro de uma caixa e mostravam seu entusiasmo. Depois, as crianças recebiam as caixas para ver se estas continuam um brinquedo, para verificar assim a credibilidade do adulto.
Na segunda tarefa de imitação, o mesmo adulto acendia a luz pressionando o interruptor com a testa em vez de usar as mãos. Apenas 34% das crianças cujos avaliadores eram confiáveis imitaram esse estranho gesto. Por outro lado, 61% das crianças no grupo do adulto confiável imitaram esse comportamento

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Estudo: bebês de 15 meses já distinguem entre certo e errado

Um estudo publicado na revista PLoS ONE constatou que bebês a partir dos 15 meses já são capazes de saber a diferença entre o certo e o errado. As informações são do jornal inglês Daily Mail.

Os bebês do estudo foram capazes de diferenciar a distribuição igual e desigual de alimentos, mostrando uma consciência precoce de justiça, segundo os cientistas.

As crianças que demonstraram um bom entendimento do que é justo e injusto também foram as que mais gostaram de compartilhar seus bens com os outros.

Jessica Sommerville, professora de psicologia da Universidade de Washington, disse que os resultados mostraram que "normas de justiça e altruísmo são mais rapidamente adquiridas do que pensávamos".

Também foi notado um elo entre a capacidade de justiça e de altruísmo. Os bebês que foram mais sensíveis à repartição justa dos alimentos também foram mais propensos a compartilhar seu brinquedo preferido.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Exame de sífilis na gravidez pode salvar milhares de bebês, diz estudo

As vidas de centenas de milhares de bebês podem ser salvas anualmente se mulheres grávidas fizerem exames de sífilis, dizem pesquisadores na Grã-Bretanha.


Pesquisadores da University College London analisaram 10 estudos prévios, que envolveram um total de 41 mil mulheres, e divulgaram suas conclusões na publicação científica Lancet Infectious Diseases.

A sífilis causa a morte de meio milhão de bebês todo ano, número que inclui natimortos e bebês que morreram pouco após o nascimento, a maioria na África subsaariana.

Os pesquisadores dizem que exames e consequentes tratamentos a base de antibióticos seriam uma forma barata e efetiva de diminuir pela metade o número de mortes.

O estudo sugere que a realização de exames acompanhados de tratamento resultou na redução de 58% dos casos de natimortos e em uma redução similar nos casos de mortes nas primeiras semanas de vida. Casos de sífilis congenital também foram reduzidos.

Custo
A sífilis é uma doença sexualmente transmissível que resulta em ferimentos e coceiras e evolui para danos mais sérios ao coração, cérebro e olhos, podendo causar a morte.

Ela pode ser passada de mãe para filho pela placenta, doença conhecida como sífilis congenital.
Calcula-se que menos de uma em cada oito mulheres faz o teste de sífilis durante a gravidez e mais de dois milhões de mulheres com a doença ficam grávidas anualmente.
Em mais de dois terços dos casos, ocorrem sérias complicações.

Outro estudo complementar publicado no Lancet calcula que o custo para a realização de testes para a sífilis é de US$ 1.44 (equivalente a cerca de R$ 2,3).
Os pesquisadores dizem ainda que se todas as mulheres grávidas que testarem positivo receberem uma única dose do antibiótico benzatina antes da 28ª semana de gravidez, não haveria mais mortes de bebês recém-nascidos causa da sífilis

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Remédio para combater o tabagismo pode levar a atos agressivos

vigilância pós-venda da vareniclina, medicamento para cessação do tabagismo (Champix), revela atos perturbadores de agressão e violência em relação aos outros. A Food and Drug Administration registrou 78 relatos desse evento adverso, enquanto outros são relatados na literatura. Os pesquisadores de um estudo no Annals of Pharmacotherapy dizem que há uma clara relação temporal entre uso do medicamento e atos agressivos subsequentes, bem como ausência de história prévia de tal comportamento, tornando imperativo que os pacientes sejam alertados antes de tomar o medicamento

domingo, 10 de outubro de 2010

Palestra sobre Saúde da Mulher

O Ginecologista e Obstetra Dr.Guilherme Carvalho, ministrou palestra sobre a Saúde da mulher durante a VI Expovale que aconteceu em Sousa no dia 08/10/10. Diversos assuntos foram discutidos entre eles o câncer de Utero, mama e as diversas maneiras de prevenção... Mais de 100 pessoas participaram do evento.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Sousa sediará o II Congresso Paraibano de Atualização em Saúde da Mulher

De 15 a 17 de outubro de 2010 a cidade de Sousa sediará o II Congresso Paraibano de Atualização em Saúde da Mulher, sob a Coordenação Geral de Dr. Guilherme Carvalho.Durante esses três dias palestrantes de renome nacional (SP,PE,RN,RJ,CE,PB e MG) abordarão e debaterão em suas palestras, conferências, sessões interativas e minicursos temas sobre a qualidade de vida da “Saúde da Mulher.
O evento tem como público alvo profissionais e estudantes de medicina, enfermagem, fisioterapia, farmácia, nutrição, serviço social, psicologia e pessoas da sociedade que se interessam pelo tema.As inscrições já se encontram abertas e as vagas são limitadas.
Outras informações poderão ser adquiridas: com Dr. Guilherme Carvalho, telefone (83) 8825-3768; com Dinarte Fernandes (83) 9444—0831 ou Marly Neves (083) 9128-4792 ou pelos e-mail congressossaudedamulher@hotmail.com ou dmeventoseconsultoria@hotmail.com e na recepção do Hospital Santa Terezinha.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Especialistas dão dicas para as mulheres chegarem ao clímax


A principal reclamação sexual das mulheres é não chegar ao orgasmo. De 30 a 40% das brasileiras dizem nunca ter sentido um, segundo pesquisas. De acordo com Gerson Lopes, presidente da Comissão Nacional de Sexologia da Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), a explicação para a alta taxa de anorgasmia pode ser pelo fato da masturbação ser vista como um ato masculino no país. Nos EUA, este número não passa dos 10%.
Entretanto, o médico destaca que esta é a principal queixa de mulheres jovens, até 35 anos. Acima dessa faixa etária, a queima mais comum é a de falta de desejo.
Para Deva Nishok, do Centro Metamorfose, que desenvolveu uma técnica de massagem baseada no sexo tântrico, muitas mulheres têm problemas funcionais por causa da musculatura hipotônica da vagina. “Tanto a vagina quanto o clitóris são músculos e precisam ser tonificados. Quanto maior o tônus, maior a sensibilidade”, diz.
Ele lembra que o tônus está associado a substâncias como o sódio e o potássio, que são veiculadoras de eletricidade pelo corpo. “Com pouco tônus a sensibilidade torna-se suscetibilidade e aí há um declínio na sensação de prazer”, afirma Nishok.
Os exercícios de Kegel são muito utilizados para fortalecer a vagina. Um deles é contrair os músculos pélvicos por 10 segundos e depois relaxá-los. Repetir isto 10 vezes, três vezes ao dia. Outro é tentar parar o fluxo da urina, repetindo várias vezes sem contrair os músculos abdominais, da coxa ou os músculos das nádegas enquanto realizar o exercício. É possível ainda introduzir um dedo na vagina ou inserir um cone com peso e tentar segurá-los.
Além disso, Deva Manisha, outra terapeuta do centro que oferece massagens para mulheres chegarem ao orgasmo, ensina que você deve estimular a lateral do clitóris e a parte que fica acima dele, perto da junção dos lábios. Os pequenos lábios também têm grande sensibilidade e possuem glândulas responsáveis pela lubrificação vaginal.
Outra dica de Nishok é pegar no clitóris como se fosse o pênis do homem, com as pontas dos dedos e puxá-lo para fora. “As mulheres costumam empurrar o clitóris, mas ele é mais estimulado se for alongado. E com bastante pressão, para alongar em direção à glande clitoriana, exatamente como se estivesse masturbando um pênis”. Quando você alonga o clitóris ele fica maior, mais volumoso, com maior aporte de sangue e por isso aumenta a sensibilidade.
O vibrador, segundo o terapeuta, é parte fundamental para tonificar o clitóris. “Como na musculação normal você não alonga e depois tonifica? Aqui é a mesma coisa, depois de alongar com os dedos, use o vibrador com bastante pressão no clitóris para fortalecê-lo”, explica Nishok. E não adiantam 5 minutos, assim como na malhação, é preciso tempo para o músculo se desenvolver.
E o ponto G?
A discussão sobre a existência do ponto G é longa e não há uma conclusão. Lopes acredita que ele não existe e que o famoso orgasmo vaginal seja apenas uma extensão do estímulo clitoriano. Já Nishok defende a estimulação do ponto que ficaria na parte inferior do osso púbico e poderia se desdobrar para a direita, para a esquerda ou para o topo, dependendo da anatomia da mulher. Porém, ele concorda que existem ramificações nervosas que integram os dois pontos.
“Cerca de 80% das mulheres têm orgasmo com estímulo direto no clitóris, só 20% dizem que atinge esse prazer durante o sexo. Nestes casos, na maioria das vezes a mulher está sentada sobre o parceiro, então há um estímulo indireto do clitóris, com o dorso do pênis ou com o púbis”, explica o sexólogo. Já na posição papai e mamãe, o movimento mexeria com os pequenos lábios da vagina, que levariam ondas para o clitóris.
O orgasmo é caracterizado por duas sensações: a contratura da vagina e de vários músculos do corpo e a lubrificação aumentada. O excesso de lubrificação pode gerar a chamada ejaculação feminina. Lopes diz que raríssimas mulheres conseguem ejacular. “Havia duvida se não era urina que era expelida durante o sexo, mas é um resquício de próstata que solta em jato secreções em bastante quantidade”.
“No Brasil, a mulher associa orgasmo ao prazer, mas não são sinônimos. O orgasmo é uma das formas do prazer. Existem outros prazeres dos olhares, dos sentires. Não é bom ficar só em busca desse prazer. O orgasmo dura de 6 a 15 segundos, cada um tem que buscar o seu prazer”, conclui Lopes.
A seguir, os especialistas contam alguns truques para você colocar em prática:
A primeira dica é: libere sua mente.

A cabeça tem papel fundamental, então nada de ficar pensando em problemas, ficar com vergonha ou tentar controlar as reações de seu corpo. “O passo mais difícil, para mim, foi libertar minha mente para não tentar entender o que estava acontecendo no meu corpo, o segredo é se deixar sentir sem tentar racionalizar o que está sentindo. Aí é possível ir para outro nível de prazer”, explica Manisha.
Nada de ficar pensando se vai gozar ou não. Segundo o sexólogo, a orgasmocracia, ou seja, a pressão para ter orgasmo é o que mais impede a mulher de ter o prazer. “Quando você está preocupada com algo seu cérebro libera adrenalina. Aí não existe estímulo que faça ocorrer o orgasmo porque a adrenalina fecha as artérias”.
Conheça seu corpo e os pontos que dão prazer antes de buscar isso com o parceiro. Não se preocupe com a estética, resgate uma leitura visual e tátil. “Muitas mulheres querem ter orgasmo com o parceiro, mas é mais fácil aprender sozinha. Como você vai fazer com o outro quando você nem sabe com você como fazer?”, pergunta Lopes.
Segundo Lopes, não vale buscar a excitação roçando sobre o lençol ou as pernas porque isto gera um condicionamento e depois fica difícil chegar ao orgasmo de outra maneira.
A dois, é importante caprichar nas preliminares e nos beijos. “A saliva tem feromônio humano, assim como o suor, o que estimula a sexualidade”, diz Nishok.
“O clitóris tem muitas terminações nervosas, é a parte mais sensível do corpo da mulher. Por isso não é indicado estimulá-lo logo de cara. Colocar a mão nele muito cedo pode causar desconforto na mulher. É preciso que ela esteja excitada para que seja prazeroso”, conta o médico. Ele lembra ainda que durante o orgasmo ele se retrai e não se deve ficar procurando, isto pode até gerar dor na mulher.
Os pequenos lábios são muito importantes para a lubrificação da mulher, eles devem ser estimulados com a polpa digital do indicador. “Devagarinho, sem pressa...”, ressalta Nishok.
Na hora do sexo oral, alguns homens costumam lamber o clitóris, mas a dica é sugá-lo com pressão, enquanto a língua circula, molhada, de um lado pro outro.
Leve brinquedos e vibradores para a cama. O motivo é muito simples: “Quando você se masturba seus braços não doem? Não se cansam? O tempo de masturbação não é suficiente para tonificar a musculatura do clitóris simplesmente porque os músculos do braço não aguentam”, brinca Nishok. Já o vibrador só cansa quando a pilha acabar.
Escolha bem o vibrador que vai levar para a cama. Nishok dá a dica: “o vibrador tem que ser de boa qualidade senão não serve nem para fazer coceguinhas. Com ele em mãos, passe na base do clitóris, dos dois lados dele, várias vezes e com pressão”.
Use e abuse de géis. Quentes, gelados, com sabor. Eles ajudam a lubrificar e a deixar a pele mais sensível aos estímulos
Não esqueça o corpo inteiro da mulher e fique só focado no clitóris e vagina. Seios - Lopes conta que certas mulheres têm orgasmos só com estimulação nas mamas - e o períneo (o espaço entre o ânus e a vagina) também são altamente sensíveis
O orgasmo é uma reação reflexa e varia em cada mulher. Então, nada de ficar frustrada se não consegue com penetração e só com masturbação. O sexo é o conjunto e não só a penetração. Isto é importante também para os homens, que podem procurar outras maneiras de proporcionar prazer à mulher.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Remédio para tratar espinhas pode curar câncer de pele


O câncer de pele não-melanoma é o mais frequente no Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), são estimados 113.850 novos casos para 2010. A boa notícia é que um estudo australiano acredita que um composto natural ofereça esperança de tratamento rápido, barato e eficaz para a doença: o óleo de melaleuca ou óleo da árvore do chá, extraído da espécie nativa do país, comumente aplicado em espinhas e picadas de inseto.
A equipe da University of Western Australia testou o produto em camundongos. O resultado foi encolhimento do câncer em apenas um dia e sua eliminação em três.
Ao contrário de outros métodos de tratamento, que podem causar náuseas, por exemplo, o óleo de melaleuca produziria somente uma leve irritação na pele. A líder da pesquisa,Sara Greay, disse ao jornal inglês Daily Mail que espera encontrar financiamento para um ensaio clínico pequeno, com cerca de 50 pessoas com lesões pré-cancerosas, com o objetivo de prevenir o desenvolvimento da patologia. A publicação online Cancer Chemotherapy Pharmacology divulgou as constatações do trabalho de três anos.
Vale acrescentar que, entre os tumores de pele, o tipo não-melanoma é o de maior incidência e mais baixa mortalidade. Os sintomas listados pelo Inca são feridas na pele cuja cicatrização demore mais de quatro semanas, variação na cor de sinais pré-existentes, manchas que coçam, ardem, descamam ou sangram. Para se prevenir, o instituto recomenda evitar exposição ao sol das 10h às 16h e aplicar na pele produtos com filtros solares com fator de proteção 15 ou mais, além de usar chapéus e óculos escuros.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Massagem melhora o sono e o sistema gastrointestinal do bebê

Tudo começou nos anos 70, quando o francês Frederick Leboyer descobriu uma jovem mãe paralítica, na Índia, massageando seu bebê com o que seria uma técnica milenar. O nome da mulher era Shantala, nome escolhido pelo médico para divulgar o método no Ocidente.
Hoje, a Shantala atrai mulheres no mundo todo, interessadas em aplicar os benefícios comprovados da massagem em seus filhotes. "A técnica fortalece o vínculo afetivo entre a mãe e o bebê, além de promover o relaxamento, melhorar o padrão de sono e até o sistema grastrointestinal da criança", garante a enfermeira Maria das Graças Barreto, que ensina a prática na Universidade Federal de São Paulo, em São Paulo.
Segundo ela, há estudos que mostram que a massagem acelera o ganho de peso dos bebês prematuros em ambiente hospitalar, uma prova do quanto o contato é importante para a saúde da criança.
Em geral, são as mulheres que procuram o curso, embora a técnica também possa ser empregada pelos pais. "O importante é que seja criado um ritual, ou seja, a massagem deve ser feita todos os dias, no mesmo horário", recomenda a enfermeira. Se o bebê não estiver com vontade, no entanto, o conselho é obedecer e tentar mais tarde. "Tem que ser uma relação de respeito; aos poucos, até a comunicação com a criança melhora", conta.
Em uma sessão de fotos para o UOL Ciência e Saúde, uma das alunas da enfermeira, Jessica Aparecida Brito Prado, mostra os movimentos da Shantala aplicados ao seu filho Ryan, de 3 meses.
Antes de aprender a técnica, escolha um ambiente tranquilo, com luz suave, e aquecido de forma confortável. Pode-se colocar uma música relaxante para completar o clima. Antes de começar a manipular o bebê, vale aquecer a mão com água morna, para aumentar o conforto no primeiro toque. E, para facilitar o deslizar sobre a pele, utilize um pouco de óleo vegetal (exceto quando a massagem for no rosto).

domingo, 21 de março de 2010

Mais de 85% das pessoas com apneia do sono não sabem que têm a doença

Você acorda com a sensação de que não dormiu nada, mesmo após oito horas na cama, como manda o figurino? É possível que você não respire bem à noite, e nem perceba. Neste Dia Mundial do Sono (19), especialistas alertam para uma estimativa preocupante: de 85% a 90% das pessoas que sofrem da síndrome da apneia obstrutiva do sono não sabem que têm a doença. E o pior: cada vez mais estudos mostram que ela aumenta o risco de diabetes, hipertensão, derrame e infarto.
A síndrome é caracterizada por pausas repetidas na respiração durante a noite. Isso acontece porque as vias aéreas são obstruídas pelos tecidos da região da garganta. A obesidade e o consequente acúmulo de gordura no pescoço aumentam a predisposição ao problema, mas há outros fatores de risco, como aumento das amídalas e das adenoides e consumo de bebidas alcoólicas.
Como resultado, o ar não consegue chegar até os pulmões, os níveis de dióxido de carbono no sangue aumentam e o sono é interrompido, mesmo sem a pessoa perceber. Muitas vezes, quem nota é o parceiro, que ouve a irregularidade no ronco, ou o som da inspiração mais forte após a pausa sem respirar. Mas nem todos os roncadores sofrem de apneia, é importante esclarecer

Os sintomas mais comuns da apneia do sono são:
- sonolência diurna excessiva (em alguns casos, a pessoa chega a adormecer no trânsito ou quando está em uma reunião de trabalho)
- sono agitado e sem descanso (a pessoa acorda diversas vezes durante a noite e os despertares costumam ser acompanhados por movimentos do corpo)
- ronco alto e interrompido, pausas na respiração, tosse e engasgo durante o sono
- depressão e redução de libido (a falta de sono interfere na produção e no aproveitamento de alguns hormônios)
- esquecimento e falta de concentração (é durante o sono que o cérebro consolida a memória)
- irritabilidade
- cefaleia matinal
A relação da apneia com outras doenças pode ser explicada de várias formas. “Um dos aspectos é que, quando a pessoa dorme mal, seu sistema nervoso fica hiperestimulado, lança mais adrenalina e isso provoca o aumento da pressão”, descreve o cardiologista Rodrigo Pedrosa, do Instituto do Coração (Incor). Estudos mostram que 60% das vítimas de AVC (derrame) têm apneia do sono, o que dá uma ideia das consequências nefastas do problema para o organismo

Tratamento

A forma de tratar a apneia varia conforme a gravidade do caso. Perder peso, deixar de dormir com a barriga para cima e evitar o álcool ajudam bastante, mas nem sempre as medidas são suficientes. Para certos pacientes, a indicação é de um aparelho oral, feito pelo dentista, que posiciona melhor a mandíbula e a língua durante o sono. A cirurgia também pode ser necessária, mas tem sido cada vez menos indicada por seu caráter invasivo e resultados nem sempre satisfatórios. Já os casos mais graves exigem o uso de máscaras, chamadas de CPAPs, que emitem uma corrente de ar contínua.



Até começar a trabalhar para um fabricante de equipamentos para apneia, o analista de sistemas Marco Rossi nem desconfiava que tinha o problema. Quando leu sobre o assunto, viu que os sintomas eram conhecidos e decidiu fazer um exame de polissonografia. O resultado assustou: ele chegava a ter 48 pausas por hora e, em alguns momentos, ficava até 30 segundos sem respirar.
A ideia de dormir com uma máscara pode ser aterrorizante, mas Rossi garante que em poucos dias o usuário nem se dá conta de que está usando. Ele conta que sentiu muito incômodo no início, mas logo se adaptou. Depois de dez dias ele já se recusava a ficar sem o aparelho, mesmo ao viajar, porque o impacto na qualidade de vida era marcante: “A sonolência e a irritabilidade sumiram, o rendimento no trabalho aumentou e até a convivência com a minha a mulher ficou melhor”, comemora.
Quem desconfia de apneia deve procurar um pneumologista, ou, de preferência, um especialista em medicina de sono. Geraldo Lorenzi Filho, do Laboratório do Sono do Incor, explica que a área ainda é recente no país, por isso muitos clínicos não têm informação e o problema é subdiagnosticado. “Médico tem dificuldade de aprender o que ele não viu na faculdade”, brinca.
Outra questão delicada é que, mesmo após a publicação de inúmeros estudos que comprovam os riscos de não se tratar a apneia, o Sistema Único de Saúde (SUS) e os convênios médicos continuam sem custear as máscaras. Ou seja: além de ouvir do médico que terão de dormir com o apetrecho, os pacientes precisam pagar de R$ 1.200 a R$ 4.000 pelo equipamento, ou alugá-lo.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Cientistas dizem estar perto de criar "tradutor" de choro de bebês

Um grupo de cientistas japoneses desenvolveram um programa de computador capaz de analisar o choro dos bebês. Por enquanto, o sistema consegue diferenciar o choro decorrente de alguma dor dos demais tipos.
Os pesquisadores acreditam que, em breve, o tradutor do choro dos bebês poderá dizer aos pais se seus filhos então com sono, fome, precisando trocar de fralda ou com dor.
Nos resultados divulgados na mais recente edição do International Journal of Biometrics, os japoneses afirmam que conseguiram um índice de 100% de acerto em seus testes para diferenciar quando o bebê chora porque está com dor de quando chora por outras razões.
Para conseguir isso, o sistema desenvolvido analisa a frequência e a potência do choro para classificá-lo.
Apesar de estarem usando uma grande estrutura de computadores para realizar a análise, os cientistas acreditam que a técnica poderá ser implantada em monitores portáteis ou até mesmo aparelhos de celular.
A empresa te tecnologia espanhola Biloop já havia lançado em novembro do ano passado um ("Tradutor de choro", em inglês). Segundo a empresa, os testes teriam comprovado que o programa acerta 96% das vezes, mas nem todos os consumidores concordaram.
Tomomasa Nagashima, professor do Instituto de Tecnologia Muroran, em Hokkaido, no Japão, e um dos líderes do projeto, diz que a tentativa de ajudar os pais a interpretar o choros dos bebês realmente não é nova, mas que os monitores do futuro poderão traduzir o choro dos bebês para que os pais saibam o que significa com absoluta certeza

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Seu filho ainda não fala? Saiba se é o caso de se preocupar


Se o desenvolvimento e a audição da criança estão bem, uma questão é considerar o ambiente. Alguém conversa com o bebê?
Não há nada simples na fala, nem no atraso da fala – a começar pelo desafio de seu diagnóstico.
Todo pediatra conhece a frustração de tentar qualificar habilidades da fala e da linguagem de uma criancinha que chora. Quantas palavras ele consegue dizer? Ela consegue colocar duas ou mais palavras juntas numa frase? Outras pessoas, que não você, conseguem entendê-lo quando ele fala? Perguntas como essas, feitas aos pais, são os parâmetros rápidos e crus que muitas vezes usamos.
Crua ou não, a avaliação é crucial: quanto mais cedo ela é feita, mais cedo a criança com atraso na fala pode receber ajuda. Quanto mais cedo a ajuda, melhores as perspectivas.
“O médico que entende o atraso na fala entende o desenvolvimento infantil”, afirmou Dr. James Coplan, pediatra de desenvolvimento neural em Rosemont, Pensilvânia, que criou um método para medir a linguagem da criança, do nascimento até os 3 anos.
“As crianças no primeiro ano entendem grande parte do que ouvem ao seu redor”, disse Diane R. Paul, diretora do grupo de questões clínicas em patologia da linguagem e da fala. Crianças de um ano, ela continuou, “começam a usar palavras soltas, seguir orientações simples, apontar para partes do corpo e ouvir histórias simples”. Com cerca de 2 anos, elas começam a unir palavras; aos 3, elas devem usar frases de, no mínimo, três palavras.
As primeiras expressões podem ser simples, mas o que as produz é muito complexo. Quando uma criança não alcança esses marcos, pode haver várias razões. Coplan, que também é autor do livro “Making Sense of Autistic Spectrum Disorders” (Random House, 2010), afirma observar o atraso na fala num contexto bastante amplo, da cognição à comunicação. Será que é um problema puramente relacionado com a fala e a linguagem, ou há um atraso mais amplo? Será que algo deu errado nas relações sociais da criança?
A primeira coisa é perguntar se a criança pode ouvir. Hoje, todos os recém-nascidos têm sua audição examinada antes de deixar a maternidade, mas exames posteriores podem captar perdas de audição progressivas ou adquiridas.
Próxima pergunta: e o resto do desenvolvimento da criança? O atraso na fala e na linguagem pode ser uma forma como pais e pediatras notam pela primeira vez um atraso mais amplo no desenvolvimento.
“Você pode observar atrasos na linguagem receptiva, no uso de habilidades visuais, como apontar, habilidades de adaptação, como usar uma colher ou um lápis de cera”, disse Coplan. “Uma criança de 1 ano e meio que não segue comandos, que não usa uma colher para cavar, isso é um atraso mais amplo”.
Questões de fala e linguagem também podem ser indícios precoces de transtornos de neurodesenvolvimento, incluindo as várias formas de autismo. Nem todas as crianças com autismo têm fala atrasada, embora muitas vezes elas não usem suas palavras para se comunicar; uma criança assim pode ter memorizado o alfabeto, disse Coplan, sem nunca der aprendido a dizer “mamãe e papai”.
Se o desenvolvimento e a audição da criança estão bem, uma questão é considerar o ambiente. Alguém conversa com o bebê? Algo está atrapalhando – talvez um lar excepcionalmente caótico, talvez um pai depressivo? O desenvolvimento da linguagem e da fala exige estímulo.
Pediatras foram culpados no passado por serem lentos na realização de diagnóstico de atraso na fala, mas os tempos são outros; Coplan reconheceu a defesa dos pais e programas federais de intervenção precoce, que fazem com que crianças com menos de 3 anos possam receber uma avaliação gratuita.
“Acho que os médicos, agora que têm um lugar aonde mandar as crianças, estão muito mais propensos a fazê-los, em vez de dizer: ‘Vamos aguardar para ver’”, disse ele. “Não encontro as histórias de terror que ouvia 20, 30 anos atrás, quando os pais diziam: ‘Passamos por cima das objeções do nosso médico’”.
Ainda assim, como pediatra, nem sempre gerenciei bem os pais. Uma vez cuidei de um menino com quem me preocupava. Na sala de exames, ele parecia não ter habilidades normais de comunicação; cada vez mais eu tinha certeza que ele tinha algum grau de autismo.
Achei que ele não estava aprendendo palavras, mas temia muito mais porque, até onde eu sabia, ele não fazia contato visual, nunca respondia de forma clara a qualquer coisa que seus pais diziam ou faziam, porque parecia desconectado de alguma forma.
Os pais do menino desprezaram minhas preocupações e se recusaram a consultar outro médico indicado. Quando ele estava em casa com a avó, insistiam os pais, o menino conseguia se comunicar perfeitamente. Ele não precisava de ajuda.
Nesse caso, fiz o diagnóstico certo, mas minhas próprias habilidades de comunicação não foram suficientes.
Houve também o caso em que garanti aos pais: sua filha pode não falar tanto quanto a irmã quando tinha essa idade, mas ela diz muito mais que o mínimo para uma criança de 2 anos, ela entende tudo que vocês dizem e consegue obedecer a comandos complexos. Vamos aguardar para ver, vamos dar um tempo. Será que acertei dessa vez?
Os pediatras são sempre lembrados a ficarem atentos a atrasos na fala e na linguagem – não dar de ombros e simplesmente dizer que os meninos começam a falar depois das meninas, ou que irmãos mais novos começam a falar mais tarde em relação aos mais velhos. Esses fatores podem contribuir para uma variação normal, mas eles não deveriam ser usados para explicar o motivo pelo qual uma criança não alcança os marcos essenciais.
Como todo pediatra sabe, os verdadeiros especialistas nessa história são os patologistas de fala e linguagem.
Paul deu dicas genéricas a pais que querem melhorar as habilidades de comunicação de seus filhos: “Fale com sua criança sobre o que elas estão focadas. Leia para seu filho com frequência. Se eles são de uma família bilíngue, fale e leia para a criança na língua com a qual você se sente mais confortável. Fale claramente e de forma natural, use palavras reais. Mostre empolgação quando a criança fala”.
E ouça o que a criança tem a dizer